O brasileiro ingeriu, em média, 3,7 quilos de agrotóxicos em 2009. Trata-se de uma massa de cerca de 713 milhões de toneladas de produtos comercializadas no país por cerca de seis corporações transnacionais. Estas empresas controlam toda a cadeia produtiva, da semente ao agroquímico ligado a ela. Uma condição que pressiona o agricultor familiar, refém da compra do “pacote tecnológico” gerador da dependência na produção. O capital dessas companhias do ramo é maior que o produto interno bruto da maioria dos países da Organização das Nações Unidas. Só no Brasil lucraram 6,8 bilhões de dólares em 2009.
A reportagem é de Pedro Carrano e publicada pelo Brasil de Fato, 29-07-2010.
Para tanto, o país ergueu a taça de campeão mundial em uso de agrotóxicos e bateu outro recorde: duplicou o consumo em relação a 2008. Relatórios recentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que vem sendo criticado pelo lobby do agronegócio, apontam que 15% dos alimentos pesquisados pelo órgão apresentaram taxa de resíduos de veneno em um nível prejudicial à saúde. Cana-de-açúcar, soja, arroz, milho, tabaco, tomate, batata, hortaliças são produtos do dia-a-dia que passaram a ter alto índice de toxidade.
Agroquímico, semente, terra e mercado fazem parte da mesma cadeia produtiva sob controle dos monopólios. Larissa Parker, advogada da Terra de Direitos, aponta uma relação direta entre a concentração do mercado de sementes e de agrotóxicos. A transnacional Monsanto controla de 85 a 87% do mercado de sementes. No caso do transgênico Milho BT (da empresa estadunidense), de acordo com a advogada, o próprio cereal é desenvolvido com uma toxina contra determinado tipo de praga. Ainda assim, agricultores no Rio Grande do Sul precisaram realizar mais de duas aplicações de agrotóxicos na lavoura. Os insetos mostraram-se resistentes à substância tóxica. Na Argentina, as corporações cobram patentes apenas dos agrotóxicos e não das sementes, já que o seu uso está atrelado a elas.
Apesar de surgir como a “salvação da lavoura”, prometendo aumento de produtividade, a introdução do químico ligado à semente transgênica incentivou o aumento do uso de tóxicos. O cultivo da soja teve uma variação negativa em sua área plantada (- 2,55%) e, contraditoriamente, uma variação positiva de 31,27% no consumo de agrotóxicos, entre os anos de 2004 a 2008, como explicam os professores Fernando Ferreira Carneiro e Vicente Soares e Almeida, do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB).
Além disso, produtos que foram barrados no exterior são usados em diferentes cultivos brasileiros. Entre dezenas de substâncias perigosas, o endosulfan, por exemplo, é um inseticida cancerígeno, proibido há 20 anos na União Europeia, Índia, Burkina Faso, Cabo Verde, Nigéria, Senegal e Paraguai. Mas não é proibido no Brasil, onde é muito usado na soja e no milho.
Outro exemplo de um cenário absurdo: grandes produtores de cítricos não têm usado determinada substância tóxica, não por consciência ecológica, mas porque países importadores não a aceitam. De acordo com informações da página da Anvisa “todos os citricultores que exportam suco de laranja já não utilizam mais a cihexatina, pois nenhum país importador, como Canadá, Estados Unidos, Japão e União Européia, aceita resíduos dessa substância nos alimentos”.
Cultura internalizada
O Censo Agropecuário de 2006, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informou que 56% das propriedades brasileiras usam venenos sem assistência técnica. De acordo com a mesma pesquisa, práticas alternativas, como controle biológico, queima de resíduos agrícolas e de restos de cultura, que poderiam gerar redução no uso de agrotóxicos, também são pouco utilizadas.
Adriano Resemberg, engenheiro agrônomo do departamento de fiscalização da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), analisa a questão dos agrotóxicos a partir dos seguintes eixos: o primeiro é que o uso dos agrotóxicos produz um impacto e uma alteração do bioma local. O outro é que a prática do uso de venenos é desnecessária, mas acaba sendo apontada como a única saída para o produtor. E vira uma cultura. “Muitas boas práticas agrícolas, como o manejo do solo, têm sido deixadas de lado.
O uso do agrotóxico é mais fácil, diante da falta de uma saída do serviço de assistência técnica pública do Estado. O que vemos são profissionais levando pacotes [tecnológicos] e não soluções, um modelo que leva o agricultor a usar o agrotóxico e não questionar muito isso. Usar um inimigo natural não significa menos tecnologia, ao contrário”, analisa.
Mais de meio milhão de brasileiros e brasileiras dizem SIM ao limite da propriedade de terra
O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo entrega hoje à sociedade brasileira o resultado do Plebiscito Popular sobre o Limite da Propriedade, realizado de 1º a 12 de setembro de 2010.
Participaram deste plebiscito 519.623 pessoas, em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. Só não participaram do mesmo, Santa Catarina, Amapá e Acre que optaram por fazer o abaixo-assinado, somente. Eram admitidas à votação pessoas acima de 16 anos, portanto em condições de votar.
Duas foram as perguntas formuladas às quais se devia responder sim ou não.
A primeira: Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil, devem ter um limite máximo de tamanho?
A segunda: Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?
95,52% responderam afirmativamente à primeira pergunta, 3,52, negativamente, 0,63% foram votos em branco e 0,34%, votos nulos.
Em relação à segunda pergunta os que responderam sim foram 94,39%, 4,27% responderam não, 0,89 % foram votos em branco e 0,45%, votos nulos.
Considerando as dificuldades enfrentadas tanto na produção, quanto na distribuição de um mínimo de material, pela falta de recursos e de pessoal disponível; considerando que o Fórum e outras entidades envolvidas não tiveram acesso a qualquer veículo de comunicação de massas; considerando o momento, quando as atenções estão voltadas e os militantes envolvidos nas campanhas eleitorais, pode-se saudar o resultado como muito positivo.
Mais de meio milhão de pessoas se posicionou afirmativamente em relação à necessidade e à conveniência de se colocar um limite à propriedade da terra. Este é um indicador expressivo de que a sociedade brasileira vê a proposta como adequada. É uma amostragem do que pensa boa parcela do povo brasileiro. As pesquisas de opinião ouvem duas ou três mil pessoas e seus dados são apresentados como a expressão da vontade da sociedade!
Mas o que se pode ressaltar como o mais positivo, e que os números não expressam, é todo o trabalho de conscientização que se realizou em torno do plebiscito. Foi desenvolvida uma pedagogia que incluiu reflexão, debates, organização de comitês, divulgação e outros instrumentos sobre um tema considerado tabu, como é o da propriedade privada.
Em quase todos os estados foram realizados debates em universidades, escolas, igrejas e outros espaços em que se pôde colocar a realidade agrária em toda sua crueza. Para muitos, cujo contato com o campo é praticamente nulo, estes debates abriram um horizonte novo no conhecimento da realidade brasileira. Também se pode saudar como fruto precioso deste processo, os inúmeros trabalhos e textos produzidos pela academia sobre o arcabouço jurídico que se formou em torno à propriedade da terra e sobre aspectos históricos, sociológicos e geográficos da concentração fundiária no Brasil. Não fosse a proposta do plebiscito esta reflexão não teria vindo à tona com a força com que veio.
Este ensaio está também a indicar que um Plebiscito Oficial deveria ser proposto para que todos os cidadãos e cidadãs pudessem se manifestar diante de um tema de tamanha importância para o resgate da cidadania de milhões de brasileiros e brasileiras que lutam, muitas vezes sem sucesso, buscando um pedaço de chão onde viver e de onde retirar o sustento. O Fórum vai continuar firme na luta para que seja colocado um limite à propriedade da terra.
A população brasileira também foi convidada a participar de um abaixo-assinado que continua circulando em todo país até o final deste ano. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.
Já o plebiscito popular, além de consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite máximo à propriedade da terra, teve a tarefa de ser, fundamentalmente, um importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país e de debater sobre qual projeto defendemos para o povo brasileiro. Além disso, o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra veio como um instrumento para pautar a sociedade brasileira sobre a importância e a urgência de se realizar uma Reforma Agrária justa em nosso país.
A proposta da Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade de Terra visa pressionar o Congresso Nacional para que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o tamanho da terra em até 35 módulos fiscais - medida sugerida pela campanha do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA).
Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial das Pastorais Sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
Fonte: Assessoria de Comunicação - Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo
Participaram deste plebiscito 519.623 pessoas, em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. Só não participaram do mesmo, Santa Catarina, Amapá e Acre que optaram por fazer o abaixo-assinado, somente. Eram admitidas à votação pessoas acima de 16 anos, portanto em condições de votar.
Duas foram as perguntas formuladas às quais se devia responder sim ou não.
A primeira: Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil, devem ter um limite máximo de tamanho?
A segunda: Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?
95,52% responderam afirmativamente à primeira pergunta, 3,52, negativamente, 0,63% foram votos em branco e 0,34%, votos nulos.
Em relação à segunda pergunta os que responderam sim foram 94,39%, 4,27% responderam não, 0,89 % foram votos em branco e 0,45%, votos nulos.
Considerando as dificuldades enfrentadas tanto na produção, quanto na distribuição de um mínimo de material, pela falta de recursos e de pessoal disponível; considerando que o Fórum e outras entidades envolvidas não tiveram acesso a qualquer veículo de comunicação de massas; considerando o momento, quando as atenções estão voltadas e os militantes envolvidos nas campanhas eleitorais, pode-se saudar o resultado como muito positivo.
Mais de meio milhão de pessoas se posicionou afirmativamente em relação à necessidade e à conveniência de se colocar um limite à propriedade da terra. Este é um indicador expressivo de que a sociedade brasileira vê a proposta como adequada. É uma amostragem do que pensa boa parcela do povo brasileiro. As pesquisas de opinião ouvem duas ou três mil pessoas e seus dados são apresentados como a expressão da vontade da sociedade!
Mas o que se pode ressaltar como o mais positivo, e que os números não expressam, é todo o trabalho de conscientização que se realizou em torno do plebiscito. Foi desenvolvida uma pedagogia que incluiu reflexão, debates, organização de comitês, divulgação e outros instrumentos sobre um tema considerado tabu, como é o da propriedade privada.
Em quase todos os estados foram realizados debates em universidades, escolas, igrejas e outros espaços em que se pôde colocar a realidade agrária em toda sua crueza. Para muitos, cujo contato com o campo é praticamente nulo, estes debates abriram um horizonte novo no conhecimento da realidade brasileira. Também se pode saudar como fruto precioso deste processo, os inúmeros trabalhos e textos produzidos pela academia sobre o arcabouço jurídico que se formou em torno à propriedade da terra e sobre aspectos históricos, sociológicos e geográficos da concentração fundiária no Brasil. Não fosse a proposta do plebiscito esta reflexão não teria vindo à tona com a força com que veio.
Este ensaio está também a indicar que um Plebiscito Oficial deveria ser proposto para que todos os cidadãos e cidadãs pudessem se manifestar diante de um tema de tamanha importância para o resgate da cidadania de milhões de brasileiros e brasileiras que lutam, muitas vezes sem sucesso, buscando um pedaço de chão onde viver e de onde retirar o sustento. O Fórum vai continuar firme na luta para que seja colocado um limite à propriedade da terra.
A população brasileira também foi convidada a participar de um abaixo-assinado que continua circulando em todo país até o final deste ano. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.
Já o plebiscito popular, além de consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite máximo à propriedade da terra, teve a tarefa de ser, fundamentalmente, um importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país e de debater sobre qual projeto defendemos para o povo brasileiro. Além disso, o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra veio como um instrumento para pautar a sociedade brasileira sobre a importância e a urgência de se realizar uma Reforma Agrária justa em nosso país.
A proposta da Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade de Terra visa pressionar o Congresso Nacional para que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o tamanho da terra em até 35 módulos fiscais - medida sugerida pela campanha do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA).
Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial das Pastorais Sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
Fonte: Assessoria de Comunicação - Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo
MANIFESTO DOS Movimentos Sociais -ao Povo Brasileiro Sobre as Eleições 2010-
No início do processo eleitoral deste ano, os Movimentos Sociais e a Via Campesina Brasileira tomaram a decisão política de empenhar esforços para eleger o maior número possível de parlamentares e governadores, identificados com as bandeiras populares da classe trabalhadora, com o aprofundamento da democracia e soberania brasileira e com políticas que combatam a concentração da propriedade e da renda em nosso país. Quanto à eleição presidencial, as organizações populares do campo que compõem a Via Campesina decidiram lutar para que não houvesse a vitória eleitoral de uma proposta neoliberal, representando pela candidatura do tucano José Serra.
Passando o primeiro turno dessa campanha eleitoral, realizado dia 3/10, queremos, com este comunicado ao Povo Brasileiro, manifestar nossa decisão política frente á eleições deste ano:
1. Sobre o primeiro turno:
a) São alvissareiras as renovações que ocorreram nas assembléias estaduais, na Câmera dos Deputados, no Senado Federal, na eleição e reeleição de governadores progressistas. Especialmente no Senado Federal, fomos vitoriosos com a eleição de companheiros e companheiras identificadas com nossas lutas e com a não eleição de senadores que se notabilizaram pela perseguição aos movimento sociais e identificados com os interesses do agro-negócio. Destacamos, como vitória, a derrota eleitoral do governo tucano de Yeda Crusius, no Rio Grande do Sul, que se notabilizou, juntamente com o governo tucano de São Paulo, no controle da mídia, na criminalização dos movimentos sociais e na repressão à luta pela reforma agrária, aos movimentos de moradia e ao movimento dos professores da rede pública estadual.
b) Sobre as campanhas presidenciáis, evidenciou-se que não transcorreram debates em torno de projetos políticos e dos problemas principais que afetam a população brasileira. A campanha de Dilma Roussef buscou apenas de forma pragmática, divulgar o desenvolvimento econômico e as políticas sociais do governo Lula, apoiar-se na popularidade e nos enorme índices de aprovação do atual governo. Com essa estratégia obteve quase 47% dos votos, mas foi insuficiente para vencer no primeiro turno.
c) Quanto á candidatura de José Serra nos surpreendeu não por sua identificação com as políticas neoliberais e sim pelo baixo nível da sua campanha presidencial. Foi agressivo e perseguiu jornalistas que lhe entrevistaram, tentou interferir em julgamentos do Supremo Tribunal Federal(STF), espalhou mentiras e acusações infundadas, chegou a usar a própria esposa que percorreu as ruas de Niterói dizendo que a Dilma Roussef, “é a favor de matar as criancinhas”. Somente uma candidatura sem nenhum compromisso com a ética e com a verdade e contando com o total controle sobre a mídia pode desenvolver uma campanha de tão baixo nível. A biografia do candidato já é a maior derrotada nessas eleições.
d) Quanto a candidatura de Marina Silva, cumpriu o objetivo a que se propôs: o de provocar o segundo turno nessa campanha eleitoral. O tempo dirá se o seu êxito serviu para fortalecer a democracia ou simplesmente foi utilizado pelas forças conservadoras, retornassem ao governo do país.
e) Já as candidaturas identificadas com os partidos de esquerda, que utilizaram o espaço eleitoral para defender os interesses da classe trabalhadora, infelizmente tiveram uma votação inexpressiva.
f) O descenso social que há duas décadas temos em nosso país, fragmentação das organizações da classe trabalhadora e a fragilidade da política de comunicação com a sociedade, certamente influíram no resultado eleitoral. Cabe uma auto-crítica aos partidos políticos que se limitam apenas as campanhas eleitorais para dialogar com a sociedade, e que não fazem trabalho de base e de formação política permanente.
g) Por último, as eleições deste ano demonstraram o poder nefasto e anti-democrático da mídia. Por outro lado, potencializou uma rede de comunicadores independentes, comprometidos com a liberdade de expressão e com o direito à informação e que enfrentaram aguerridamente o monopólio dos meios de comunicação em nosso país. São avanços rumo à democratização da informação e pelo controle social sobre meios de comunicação.
2) Sobre o segundo Turno:
a) Reafirmamos nosso compromisso em defesa das bandeiras de lutas da classe trabalhadora e na construção de um país democrático, socialmente justo e soberano. Independentemente do governo eleito, seja ele qual for, iremos lutar, de forma intransigente pela expansão das liberdades e dos direitos democráticos oprimidos; mudanças nas instituições e serviços públicos, em benefício da ampla maioria da população; combate aos monopólios para o desenvolvimento com soberania e distribuição de renda; defesa das conquistas trabalhistas, a redução da jornada de trabalho, o direito de greve para os servidores públicos; a Previdência Social pública, de boa qualidade pelo fim do fator previdenciário; realização de uma reforma urbana, com moradia, saneamento básico, transporte público e segurança; construção de serviços de saúde universal e de boa qualidade; reformas na educação pública e promoção da cultura nacional-popular com caráter universal; fim do latifúndio, controle do capital estrangeiro sobre nosso, recursos naturais e a realização de uma reforma agrária anti-latifundiária; implantação de novas relações da sociedade com o meio-ambiente e efetivação uma política externa de autodeterminação, solidariedade aos povos e que priorize a integração dos povos do continente latino-americano e do Caribe.
b) Infelizmente, os avanços do governo Lula em direção á essas bandeiras democrático-populares, foram insuficientes em, que pese o acerto de sua política externa. Também nos preocupa constatar que, no arco de alianças da candidatura de Dilma Roussef, há forças políticas que se contrapõem à essas demandas sociais.
c) Porém, temos uma certeza: José Serra, por sua campanha, pelo seu governo no estado de São Paulo e pelos oito anos de governo FHC, tornou-se inimigo dessas bandeiras de lutas. Pelo caráter conservador e anti-popular dos partidos que compõem sua aliança eleitoral e por sua personalidade autoritária estamos convictos que uma possível vitória sua significará um retrocesso para os movimentos sociais e populares em nosso país, e para as conquistas democráticas em nosso continente e uma maior subordinação ao império estadunidenses. Esse retrocesso não queremos que aconteça.
3. Nossa Posição frente ao Segundo Turno:
Assim, os Movimentos Sociais e a Via Campesiana Brasileira afirmam o seu apóio e compromisso de lutar para eleger a candidata Dilma Roussef para o cargo de presidenta do Brasil. Queremos nos juntar aos movimentos sindicais, populares, estudantis e religiosos, progressistas, para promover debates com a sociedade, desmascarar a propaganda enganosa dos neoliberais e autoritários e exigir avanços na democracia e nas políticas públicas que favoreçam a população, no combate aos corruptos e corruptores e na democratização do poder em nosso pais.
Precisamos derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitistas e fascistas do país.
Devemos seguir organizando o povo para que lute por seus direitos e mudanças sociais, mantendo sempre nossa autonomia política frente aos governos.
Conclamamos a militância de todos os movimentos sociais, os lutadores e lutadoras do povo brasileiro, para se engajarem nessa luta, que é importantíssima para a classe trabalhadora.
Vamos à Luta!!
Vamos eleger Dilma Roussef, presidenta do Brasil.
São Paulo, 6 de outubro de 2010.
Assembléia Popular- Pernambuco
Centro de Estudos Barão de Itararé- articulação de blogs e imprensa alternativa
Fórum Brasileiro de Economia Solidária
Marcha Mundial das Mulheres-MMM
Movimento dos atingidos por barragens- MAB
Movimento dos pequenos agricultores- MPA
Movimento das mulheres camponesas- MMC
REBRIP - Rede Brasileira de Integração dos Povos
Senge/PR - Sindicato dos Engenheiros do Paraná
UNEAFRO- União dos estudantes afrodescendentes
Via Campesina Brasil
Passando o primeiro turno dessa campanha eleitoral, realizado dia 3/10, queremos, com este comunicado ao Povo Brasileiro, manifestar nossa decisão política frente á eleições deste ano:
1. Sobre o primeiro turno:
a) São alvissareiras as renovações que ocorreram nas assembléias estaduais, na Câmera dos Deputados, no Senado Federal, na eleição e reeleição de governadores progressistas. Especialmente no Senado Federal, fomos vitoriosos com a eleição de companheiros e companheiras identificadas com nossas lutas e com a não eleição de senadores que se notabilizaram pela perseguição aos movimento sociais e identificados com os interesses do agro-negócio. Destacamos, como vitória, a derrota eleitoral do governo tucano de Yeda Crusius, no Rio Grande do Sul, que se notabilizou, juntamente com o governo tucano de São Paulo, no controle da mídia, na criminalização dos movimentos sociais e na repressão à luta pela reforma agrária, aos movimentos de moradia e ao movimento dos professores da rede pública estadual.
b) Sobre as campanhas presidenciáis, evidenciou-se que não transcorreram debates em torno de projetos políticos e dos problemas principais que afetam a população brasileira. A campanha de Dilma Roussef buscou apenas de forma pragmática, divulgar o desenvolvimento econômico e as políticas sociais do governo Lula, apoiar-se na popularidade e nos enorme índices de aprovação do atual governo. Com essa estratégia obteve quase 47% dos votos, mas foi insuficiente para vencer no primeiro turno.
c) Quanto á candidatura de José Serra nos surpreendeu não por sua identificação com as políticas neoliberais e sim pelo baixo nível da sua campanha presidencial. Foi agressivo e perseguiu jornalistas que lhe entrevistaram, tentou interferir em julgamentos do Supremo Tribunal Federal(STF), espalhou mentiras e acusações infundadas, chegou a usar a própria esposa que percorreu as ruas de Niterói dizendo que a Dilma Roussef, “é a favor de matar as criancinhas”. Somente uma candidatura sem nenhum compromisso com a ética e com a verdade e contando com o total controle sobre a mídia pode desenvolver uma campanha de tão baixo nível. A biografia do candidato já é a maior derrotada nessas eleições.
d) Quanto a candidatura de Marina Silva, cumpriu o objetivo a que se propôs: o de provocar o segundo turno nessa campanha eleitoral. O tempo dirá se o seu êxito serviu para fortalecer a democracia ou simplesmente foi utilizado pelas forças conservadoras, retornassem ao governo do país.
e) Já as candidaturas identificadas com os partidos de esquerda, que utilizaram o espaço eleitoral para defender os interesses da classe trabalhadora, infelizmente tiveram uma votação inexpressiva.
f) O descenso social que há duas décadas temos em nosso país, fragmentação das organizações da classe trabalhadora e a fragilidade da política de comunicação com a sociedade, certamente influíram no resultado eleitoral. Cabe uma auto-crítica aos partidos políticos que se limitam apenas as campanhas eleitorais para dialogar com a sociedade, e que não fazem trabalho de base e de formação política permanente.
g) Por último, as eleições deste ano demonstraram o poder nefasto e anti-democrático da mídia. Por outro lado, potencializou uma rede de comunicadores independentes, comprometidos com a liberdade de expressão e com o direito à informação e que enfrentaram aguerridamente o monopólio dos meios de comunicação em nosso país. São avanços rumo à democratização da informação e pelo controle social sobre meios de comunicação.
2) Sobre o segundo Turno:
a) Reafirmamos nosso compromisso em defesa das bandeiras de lutas da classe trabalhadora e na construção de um país democrático, socialmente justo e soberano. Independentemente do governo eleito, seja ele qual for, iremos lutar, de forma intransigente pela expansão das liberdades e dos direitos democráticos oprimidos; mudanças nas instituições e serviços públicos, em benefício da ampla maioria da população; combate aos monopólios para o desenvolvimento com soberania e distribuição de renda; defesa das conquistas trabalhistas, a redução da jornada de trabalho, o direito de greve para os servidores públicos; a Previdência Social pública, de boa qualidade pelo fim do fator previdenciário; realização de uma reforma urbana, com moradia, saneamento básico, transporte público e segurança; construção de serviços de saúde universal e de boa qualidade; reformas na educação pública e promoção da cultura nacional-popular com caráter universal; fim do latifúndio, controle do capital estrangeiro sobre nosso, recursos naturais e a realização de uma reforma agrária anti-latifundiária; implantação de novas relações da sociedade com o meio-ambiente e efetivação uma política externa de autodeterminação, solidariedade aos povos e que priorize a integração dos povos do continente latino-americano e do Caribe.
b) Infelizmente, os avanços do governo Lula em direção á essas bandeiras democrático-populares, foram insuficientes em, que pese o acerto de sua política externa. Também nos preocupa constatar que, no arco de alianças da candidatura de Dilma Roussef, há forças políticas que se contrapõem à essas demandas sociais.
c) Porém, temos uma certeza: José Serra, por sua campanha, pelo seu governo no estado de São Paulo e pelos oito anos de governo FHC, tornou-se inimigo dessas bandeiras de lutas. Pelo caráter conservador e anti-popular dos partidos que compõem sua aliança eleitoral e por sua personalidade autoritária estamos convictos que uma possível vitória sua significará um retrocesso para os movimentos sociais e populares em nosso país, e para as conquistas democráticas em nosso continente e uma maior subordinação ao império estadunidenses. Esse retrocesso não queremos que aconteça.
3. Nossa Posição frente ao Segundo Turno:
Assim, os Movimentos Sociais e a Via Campesiana Brasileira afirmam o seu apóio e compromisso de lutar para eleger a candidata Dilma Roussef para o cargo de presidenta do Brasil. Queremos nos juntar aos movimentos sindicais, populares, estudantis e religiosos, progressistas, para promover debates com a sociedade, desmascarar a propaganda enganosa dos neoliberais e autoritários e exigir avanços na democracia e nas políticas públicas que favoreçam a população, no combate aos corruptos e corruptores e na democratização do poder em nosso pais.
Precisamos derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitistas e fascistas do país.
Devemos seguir organizando o povo para que lute por seus direitos e mudanças sociais, mantendo sempre nossa autonomia política frente aos governos.
Conclamamos a militância de todos os movimentos sociais, os lutadores e lutadoras do povo brasileiro, para se engajarem nessa luta, que é importantíssima para a classe trabalhadora.
Vamos à Luta!!
Vamos eleger Dilma Roussef, presidenta do Brasil.
São Paulo, 6 de outubro de 2010.
Assembléia Popular- Pernambuco
Centro de Estudos Barão de Itararé- articulação de blogs e imprensa alternativa
Fórum Brasileiro de Economia Solidária
Marcha Mundial das Mulheres-MMM
Movimento dos atingidos por barragens- MAB
Movimento dos pequenos agricultores- MPA
Movimento das mulheres camponesas- MMC
REBRIP - Rede Brasileira de Integração dos Povos
Senge/PR - Sindicato dos Engenheiros do Paraná
UNEAFRO- União dos estudantes afrodescendentes
Via Campesina Brasil
Manifesto de cristãos,evangélicos e católicos pela eleição de Dilma: em favor da vida e da vida em abundância
“Se nos calarmos, até as pedras gritarão!”
Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:
1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.
A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).
2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:
3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.
4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).
5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.
6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras
Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.
7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino.
Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões.
Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.
Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:
1. Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT nacional.
1.Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Feliz do Araguaia-MT.
2.Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional.
3.Dom Luiz Eccel – Bispo de Caçador-SC
4.Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia.
5.Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão.
6.Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Viana- Maranhão.
7.Dom Orvandil Moreira Barbosa, Bispo Diocesano, Igreja Anglicana Tradicional
8.Pastor Alcenir Pantaleão, Igreja Evangélica Peniel, Itapoá, presidente do Conselho de Ministros Independentes do Brasil
9.Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Feliz do Araguaia /MT
10.Jether Ramalho, líder ecumênico, Rio de Janeiro.
11.Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo
12.Professor Candido Mendes, cientista político e reitor
13.Leonardo Boff, teólogo
14.Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor
15.Zé Vicente, cantador popular. Ceará
16.Chico César. Cantador popular. Paraíba/São Paulo
17.Revdo Roberto Zwetch, Igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo.
18.Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ
19.Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Juazeiro – Bahia
20.Maria Victoria Benevides, professora, da USP
21.Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo
22.Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre.
23.Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.
24.Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação
25. Frei Betto, escritor, dominicano.
26. Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT (Ecumenical Association of Third World Theologians)
27. Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional
28. Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos religiosos do Brasil) SP
29. Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz
30. Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins.
31. Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos
32. Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó / SC
33. Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC.
34. Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho
35. Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora.
36. Pe. John Caruana, Rondônia.
37. Pe. Julio Gotardo, São Paulo.
38.Toninho Kalunga, São Paulo.
39. Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela Justiça)
40. Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia
41. Silvania Costa
42. Mercedez Lopes.
43. André Marmilicz
44. Raimundo Cesar Barreto Jr, Pastor Batista, Doutor em ética social
45. Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS.
46. Darciolei Volpato, RS
47. Frei Ildo Perondi – Londrina PR
48. Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame.
49. Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC.
50. Pe. Luis Sartorel,
51. Itacir Gasparin
52.Célio Piovesan, Canoas/RS.
53.Toninho Evangelista – Hortolândia/SP
54. Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília. C
55. Caio César Sousa Marçal – Missionário da Igreja de Cristo – Frecheirinha/CE
56. Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina
57. Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó.
58. Odja Barros Santos – Pastora batista
59. Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário.
60. Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife
61. Rosa Maria Gomes
62. Roberto Cartaxo Machado Rios
63. Rute Maria Monteiro Machado Rios
64. Antonio Souto, Caucaia, CE
65. Olidio Mangolim – PR
66. Joselita Alves Sampaio – PR
67. Kleber Jorge e Silva, teologia – Passo Fundo – RS
68. Terezinha Albuquerque
69. PR. Marco Aurélio Alves Vicente – EPJ – Evangélicos pela Justiça, pastor-auxiliar da Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO
70. Padre Benedito Ferraro, Campinas.
71. Ir, Carmem Vedovatto
72. Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus.
73. Padre Manoel, PR
74. Magali Nascimento Cunha, metodista
75. Stela Maris da Silva
76. Ir. Neusa Luiz, Abelardo Luz- SC
77. Lucia Ribeiro, socióloga
78. Marcelo Timotheo da Costa, historiador
79. Maria Helena Silva Timotheo da Costa
80. Ianete Sampaio
81. Ney Paiva Chaves, professora educação visual, Rio de Janeiro
82. Antonio Carlos Fester
83. Ana Lucia Alves, Brasília
84.Ivo Forotti, Cebs – Canoas – RS
85.Agnaldo da Silva Vieira – Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança – Rio de Janeiro
86.Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro
87.Marlene Ossami de Moura, antropóloga / Goiânia.
88.Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife
89.Pedro Henriques de Moraes Melo – UFC/ACEG
90.Fernanda Seibel, Caxias do Sul.
91.Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru – Fortaleza
92.Pe. Lino Allegri – Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE.
93.Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN
94.Pasqualino Toscan – Guaraciaba SC
95.Francisco das Chagas de Morais, Natal – RN.
96.Elida Araújo
97.Maria do Socorro Furtado Veloso – Natal, RN
98.Maria Letícia Ligneul Cotrim, educadora
99.Maria das Graças Pinto Coelho/ professora universitária/UFRN
100.Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíblicos Recife
101.Xavier Uytdenbroek, prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP
102.Maria Mércia do Egito Souza, agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
103.Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves, Advogado e Analista do INSS
104.Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito
105.Targelia de Souza Albuquerque
106.Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE
107.Débora Costa-Maciel, Profª. UPE
108.Maria Theresia Seewer
109.Ida Vicenzia Dias Maciel
110.Marcelo Tibaes
111.Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO- Goiânia – Goiás
112.Claudio de Oliveira Ribeiro. Pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP.
113.Pe. Paulo Sérgio Vaillant – Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES
114.Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ – Secretario do CEBI RJ
115.Sílvia Pompéia.
116.Pe. Maro Passerini – coordenador Past. Carcerária – CE
117.Dora Seibel – Pedagoga, Caxias do Sul.
118.Mosara Barbosa de Melo
119.Maria de Fátima Pimentel Lins
120.Prof. Renato Thiel, UCB-DF
121.Alexandre Brasil Fonseca , Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador da Rede FALE)
122.Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana, conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)
123.Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora
124.Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva, Secretário Geral da IEAB e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil
125.Irene Maria G.F. da Silva Telles
126.Manfredo Araújo de Oliveira
127.Agnaldo da Silva Vieira – Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da Esperança-Centro do Rio de Janeiro
128.Pr. Marcos Dornel – Pastor Evangélico – Igreja Batista Nova Curuçá – SP
129.Adriano Carvalho.
130.Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/PR.
131.Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano
132.Maria Gabriela Curubeto Godoy – médica psiquiatra – RS
133.Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia
134.M. Candida R. Diaz Bordenave
135.Paulo Teixeira, parlamentar, São Paulo.
136.Alessandro Molon, parlamentar, Rio de Janeiro.
137.Adjair Alves (Professor – UPE)
138. Luziano Pereira Mendes de Lima – UNEAL
139.Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP
140.Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA
141.Carlos Cardoso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etnologia da UFBA.
142.Isabel Tooda
143.Joanildo Burity (Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco,
144.Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Prof. de Teologia PUC- Rio
145.Aristóteles Rodrigues – Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião
146. Zwinglio Mota Dias – Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora
147.Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE
148.Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB
149.Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza
150.Anivaldo Padilha – Metodista, KOINONIA, líder ecumênico
151.Nercina Gonçalves
152.Hélio Rios, pastor presbiteriano
153.João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ
154.Lucilia Ramalho. Rio de Janeiro.
155.Maria Tereza Sartorio, educadora, ES
156.Maria José Sartorio, saúde, ES
157.Nilda Lucia Sartorio, secretaria de ação social, Espírito Santo
158.Ângela Maria Fernandes - Curitiba
159.Lúcia Adélia Fernandes
160.Jeanne Nascimento – Advogada em São Paulo/SP
161.Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP
162.Otávio Velho, antropólogo
163.Iraci Poleti, educadora
164.Antonio Canuto
165.Maria Luisa de Carvalho Armando
166.Susana Albornoz
167.Maria Helena Arrochellas
168.Francisco Guimarães
169.Eleny Guimarães
170. Pe. Ermanno Allegri – Fortaleza
171.Tiago Oliveira Nunes, técnico em educação
172.José Robson Silva Souza, jesuíta
173.Oscar Henrique Marques Cardoso, Aliança de Negras e Negros Evangélicos (ANNEB)
174.Pe. José Carlos Santos Silva
175.Gama Aires, Palmas, Tocantins
176.José Ricardo Ramalho
177.Neide Esterci
178.Rafael de Oliveira
179.Marília Schüller
180.Manuel Touguin
181.Francisco Lara, educador
182.Leonardo Antonio Penna Rozzetto
183.Dante Limongi, advogado
184.Maria Judith Ramalho
185.Angela Limongi
186.Ricardo Gouvea Correa
187.Cibele Azevedo Correa
188.Paulo Roberto Franchi Dutra, Jundiaí
189.Elisa Pinheiro de Freitas, doutoranda USP
190.Airton José da Silva, professor de Bíblia, Ribeirão Preto
191.Luiz Francisco Fernandes de Souza, Procurador Regional
192.Pe. Alberto Pereira de Carvalho
193.Cesar Nóbrega, advogado
194.Antonio Nóbrega, advogado
195.Maria Sonia Linares Gil, professora de História
196.Jair Coan Junior, engenheiro, Santa Catarina
197.Helio Mendes de Amorin, engenheiro, Movimento Familiar Cristão
198.Elder dos Santos Verçosa, advogado
199.Marcos Aurélio Ruy, jornalista
200.Antonio Aprisídio de Albertins, Paróquia Anglicana, João Pessoa
201.Israel Sena Lima de Souza, Procurador da Fazenda
202.José Antonio Veronese Mascia
203.Pe. Valdecir Luís Cordeiro, Faculdade Jesuíta, Belo Horizonte
204.Júlio Cesar, pastoral da juventude, Volta Redonda
205.Maria de Fátima Miranda, psicóloga
206.Geraldo Pascoal
207.Leonardo José Ferreira
208.Claudete de Fátima Ruas, professora, Londrina
209.Paulo Maurício Ruas, professor Londrina
210.Vitor Emanuel Dortas, arquiteto
211.Carlos Eduardo Escovar Paiva, funcionário público
212.Maria Maria, ecoturismo
213.Marcia M. M. Miranda, Centro Direitos Humanos, Petrópolis
214.Tereza Maria Pompéia Cavalcanti, teóloga
215.Paulo Henrique Mai
216.Paulo Melo Melo
217.Ângela Maria Fernandes, Curitiba
218.Lucia Adélia Fernandes
219.Jeanne Nascimento, advogado, São Paulo
220.Marcos José Fernandes Alexandre, historiador
221.Cesar de Paula, espírita, músico
222.Eliran Neto de Oliveira
223.José Anthunes de Vargas
224.Rosalvo Finco, filósofo e teólogo
234.Elizete Vasconcelos Arantes Filha
235. Elton Carlos Welter, deputado estadual, Paraná
236.Frei Oswaldo Maffei ofm
237. Carmen Craidy
238. Flavio Ribeiro de Souza, analista de sistemas
239. Rev. Gustavo Souza de Oliveira, UFRPE
240. Maria Linduina Coelho Ribeiro, Fortaleza
241.Maria Cecília P. Binder, Faculdade Medicina Botucatu
242. Roberto Marinho Alves da Silva, professor, UFRN
243. Ivan B. Bulhões
244. Frei Roberto Luiz dos Santos ofm, Marília
245. Mauricio Ferracciú Pagotto
246. William E. N. Pereira, economista
247. Claudio Vereza, deputado estadual, Espírito Santo
248. Sergio Antonio Bortoleni, Porto Alegre
249. Elio B. S.
250. Wilkens Lenon Silva de Andrade, informática
251. Maximus Santiago, médico, Niterói
252. Cristina Taveira, Niterói
253. Gilberto Simplício, Presidente Caritas Diocesana, Valença
254. Emilio Font
255.Terezinha Vieira da Silva Luksievicz, Pastoral da Criança, Pitanga, Paraná
256. Miguel Baia Vargas
257. Gilson Souza, Igreja Batista, Planalto, Bahia
258. PR. Marcos Dornel, Pastor, Igreja Batista Nova Curuça, SP
259. Agnaldo da Silva Vieira, Pastor Auxiliar, Igreja Batista da Esperança, RJ
260. Marlene Andrade Martins, Brasília e USA
261. Jayr Soares da Silva, psicólogo, Rio Claro
262. Lucas Monteiro, São Luís, Maranhão
263. Ermelindo Tadeu Giglio, antropólogo
264. Padre Xavier Paolillo, missionário comboniano
265. Rodolpho Dalla
266. Waldemar Boff, educador popular
267. Padre Baltazar Sallum Passos, Uberlândia
268. Uilian Dalpiaz, Pastoral da Juventude, Criciúma, SC
269. Cícero Aparecido Dória, ministro da eucaristia
270. José de Freitas Lima Junior, batista, economista
271. Roberto Rossi, Centro Jesuíta de Dudadania e Ação Social, Mato Grosso
272. Rafael Farias Vasconcelos, Olinda e Recife
273. Gláucio Luiz Mota, educador, Criciúma, SC
274. Maria de Lourdes Oliveira
275. Antonio Vieira
276. Antonia Chagas
277. Mag Maciel
278. Raymundo Mendes Soares Júnior, Ceará
279. Rose Marie Muraro, escritora
280. Giseldo Carlos
281. Luciana Salgado
282. Carmen Lucia de Medeiros
283. Lucas Henrique da Luz, professor universitário
284. Ana Emília Noronha
285. Rubens Leite Filho, 1ª Igreja presbiteriana Independente de Tatuapé
286. Madson Rodrigues da Veiga, regional Fé e Política, Goiânia
287. Vagner Siqueira, assessor da Pastoral de Juventude, Volta Redonda
288. Carlos Romero
289. Lia Carla Caldas, advogada
290.Cristina Schein, advogada
291. Carmen Helena F. Leite, ONG Agir, Guapimirim
292. Elói Gallon, Pastoral do Menor, RS
293. Maria Suzana F. A. Macedo, UFJF
294. Sergio Henriques Saraiva, professor UFES, Espírito Santo
295. Lucia Maria dos Santos Pinto Henriques Saraiva
296. Renata Ferraz, Brasília
297. Robson Leite
298. Helenita Saud
299. Miguel Savietto, Fraternidade Secular Charles de Foucault, SP.
300. Élio Estanislau Gasda, sj. professor na FAJE.
301. Renato Camillo Pella
302. Sandro Pelegrineti de Pontes
303. Joe Marçal G. Santos, teólogo
304. João Seibel, advogado, CEPDH, Caxias do Sul, RS
305. Pedro Justino Barbosa RCC
306. José Valmeci de Souza
307. Rachel Amélia Baptista Cavalcante
308. Vinicius Leonardo, RJ
309. Brígido Ibanhes, escritor
310. Manuel Fonseca Junior
311. Maria Helena Canabrava Sales Pinheiro
312.Nelson Marisco
313.Rodolfo José Fenille Ferraz, rádio Aparecida
314.Solange Magalhães
315.Maria da Fé da Silva Viana, Fórum Permanente de Mulheres Negras
316.Ana Cristina Gomes, Fórum Permanente de Mulheres Negras
317.Fátima Damiana, Fórum Permanente de Mulheres Negras
318.Ir. Glorias Antonia M. Ticona IDP, educadora popular
319. Antonia Regina Cruz Melo, professora universitária, Salvador
320.Antonio Tomazoni, coordenador das pastorais de juventude
321. Paulo Tomás Fiori, engenheiro, Porto Alegre
322. Francisco de Assis Nascimento de castro, médico sanitarista
323. Maria Fernanda Santos Quintela da Costa Nunes - Decania/UFRJ.
324. Carlos Augusto Pereira da Silva, radialista, Goiana, Pe.
325. Claudicélio Rodrigues da Silva, professor
326. Felipe Campos, economista, Ceará
327. Márcia Raquel Martiny, professora
328. Eliceu Vicente de Lima, administrador de empresas, Guarulhos
329. Betinho Duarte, Igreja Batista de Barro Preto, BH
330. Frei Orestes Serra, Gravataí-RS
331. Paulo Agostinho Nogueira Baptista, ciências da religião, BH
332. Marcos Luiz da Silva, professor universitário
333. Joaquim Ventura Lopes, Centro de Direitos Humanos, Cuiabá
334. Pe. Roque Grazziotim, Caxias do Sul
335. Pe. João Inácio Wenzel
336. Emilia Farache, espírita, Natal
337. Allyson Soares, espírita, professor IFRN, Natal
338. Pe. Moisés Nonato Quintela Ponte sj, FAJE
339. Frei Rodrigo de Castro Amédée Peret ofm, Uberlândia
340. PR. Antonio Neto, Igreja Presbiteriana da Aliança, Salvador
341.Ana Maria de Andrade Torres
342. Edio Soares, Universidade de Genebra
343.Gil Maria Miranda. Pesquisador, Curitiba
344. Vanúcia Nunes Valente Calixto
345. José Irineu de Oliveira
346.Arlete Augusta Thomaz de Oliveira
347. Pe. Geraldo Magela dos Santos, São José dos Campos
348. Gilmar Marchesini, coordenador de pastoral, Caxias
349. Alessandro Damasceno Gomes
350.Waldir d’Angelis, Curitiba
351. Célia Maria Souza Fonseca, professora
352. Rita Bersch, católica, Porto Alegre
353. Pe. Sidnei Vitali, Crisciúma
354. Luciana Parisi, médica
355. Pe. Mauro Nagrete, católico ortodoxo
356. Pe. João Antonio da Silva Junior, Uberlândia
357. Paulo Fróes, Portuário ES
358. Alzany Martins da Silva, Movimento de Cursilhos, Itabuna
359. Gustavo Tadeu Vieira Lopes,
360. Guilhermo Cardona Grisalhes, Observatório Pan-amazônico
361. Cesar Sanson, sociólogo, CEPAT
362. Marco Aurélio Ruy, jornalista, São Bernardo do Campo
363. Agostinho Hermes de Medeiros Neto, médico, professor PB
364. Antonio Carlos Alves Lobo
365. Frei Max Sergio Pinto Manhães, francisano, Uberlândia
366. Fernando Cesar Olivari do Carmo, dentista
367. Clovis Horst Lindner, Pastor da IECLB
368. Norberto Luis de Sousa, Centro de Estudos Bíblicos (CEBI)
369. Heron Pires Pereira
370.Alexandre Piero, pastoral de juventude
371.Gagarin da Sikva Lima, professor de história, Ceará
372. Ariel de Castro Alves, advogado, fundador da Ação dos Cristãos para a abolição da tortura
373. Verinha Martins
374. Elisa Maria Ferreira, Comunidades Eclesiais de Base, Barra Mansa
375. José Maurício de Almeida, parlamentar, Barra Mansa
376. Márcia Maria Silva, assessora parlamentar, Barra Mansa
377. Eliezer Martins, Igreja Metodista Central, Barra Mansa
378. José Hélder M. de Souza, assessor parlamentar, Barra Mansa
379. Maria Cristina de Paula Machado, educadora
380. Fabio Henrique de Abreu , IECLB
381.Rogerio Inácio de Almeida Cunha, teólogo
382.Zenóbia Rodrigues Cunha, professora
383.Leonardo Chaves, Primeira Igreja batista de Cuiabá
384.Eduardo Girão Santiago, professor UFC
385.Maria Otélia Pires Tomiello
386.Marcio Alexandre M. Gualberto, Centro Cultural Afro-Rio
387.Pe. José Paulino Francisco Neto, Araçuaí, MG
388.Lincoln de Araujo Santos, metodista, professor
389.Maria José Alves Cabral
390.Marcos Aurélio Candido da Silva
391.Alexandre Silveira de Souza – Baba Alayè – Rede afro-brasileira Sócio Cultural
392.Alice Antunes Silveira de Souza, Florianópolis
393.José Eleudson Gurgel Queiroz, Iguatu, Ceará
394.José Ribamar Duavy
395.Pe. Juan A. Ruiz Gopegui sj, Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte
396.Pe. José Ionilton Lisboa de Oliveira SDV, Riachão de Jacuípe, Bahia
397.Daniel Dantas, Igreja Batista Viva, Natal
398.Kênia A. do Nascimento Gondin Dantas, Igreja Batista Viva, Natal
399.Dyeny N M Baldi, cristã, São Paulo
400.Eduardo Baldo, cristão, São Paulo
401.Maria de Lourdes Cerqueira Antunes, psicanalista
402.Célia Cisz, Escola de Comunicação, Joinville
403.Marcos Antonio Alves, consultor
404.Fernanda Cristina Segalin, coordenadora de pastoral da juventude, Chapecó, SC.
405.Pe. José Comblin, escritor e teólogo
406.Terezinha Maria Gogo Lodi, coordenação nacional Movimento Fé e Política
407.Mario Rui Moura de Souza, empresário, Barra da Tijuca, RJ
408.Denise Ferreira Cesário, Jaboatão dos Guararapes, Pe.
409.Maria Amélia Schmidt Dickie, Florianópolis
410.Gabriel Chalita, escritor, parlamentar, São Paulo
411. Edinho Dias
412.Felipe da Silva Freitas, Conselho Estadual da Pastoral da Juventude
413.Ângela Maria Eugênio Lopes
414.Ari Pedro Oro, antropólogo UFRGS
415.Raquel de Aragão Uchoa Fernandes, UFRP, Recife
416.Lindomar A. Dantas, Comissão Justiça Paz e Integridade da Criação (OMI Brasil)
417.Antonio Carlos Ribeiro, pastor da IECLB
418.Alexandre Piero, Conselho Municipal da Juventude de São Paulo, Pastoral da Juventude
419.Eder Francisco da Silva, Pastoral da Juventude
420. Michelle Hallak, doutoranda, Universidade de Paris
421.Celia Cisz, Pastoral da Comunicação
422.Fernando Paiva, informática
423.Sonia Maria Gomes de Carvalho, assistente social
424.Ana Paula Ganzer SSpS
425.Lucia Magalhães Nogueira Fagiolo
426.Luciano Santos Neiva, Presbítero da Assembléia de Deus, Ministério Missão de Itabuna, Bahia
427.Hérvickton Israel de Oliveira
428.Claudete Alves, evangélica
429.PR. João Aparecido da Silva, Pastor Assembléia de Deus, Ministério Belém
430. Maria Ceres, católica
431. Imirim S P Kelly Cristina de Souza, evangélica
432. Cleonice Costa Ferreira, evangélica, sindicalista
433.Robson Franco Camargo, Pastor Igreja do Evangelho Quadrangular, São Mateus, ES
434.Fernando Donizete José Silva
435.Márcia Maciel, Presbitera, Igreja Renascer em Cristo
436.Isabel Nascimento, Assembléia de Deus
437.Edna Aparecida dos Santos, Assembléia de Deus
438.Mariana S. Silva
439.Célia Ezequiel
440.Eduardo Ferreira Santana, grupo de Jovens
441.Prª Cristiane Ferreira, Pastora Assembléia de Deus, São Mateus
442.Maria Emília Guerra Ferreira, Cônegas de Santo Agostinho
443.Maurício Antunes Tavares, Recife
444.Francisco Magon
445.Márcia Cristina Groth, Farroupilha
446.Fernanda da Silva Santos, professora
447.Padre Chico, Paróquia de Santa Teresinha, Ribeirão Preto
448.Basileu Souza Pinheiro, Comunidade de Matão, São Paulo
449.Maria do Carmo Silveira, professora, Governador Valadares
450.Lourival Rodrigues da Silva, Casa da Juventude Pe. Bournier, Goiânia
451.Frei Petrônio de Miranda, Ordem do Carmo, São Paulo
452.Maria Auxiliadora Braga, Belo Horizonte
453.Sonia Maria Dodi, psicopedagogia
454.Ivo Sefton de Azevedo, Porto Alegre
455.Frei Livino Bordignon, Goiânia
456.Douglas Rezende, Evangélicos pela Justiça
457.Paula Mayté dos Santos Ataíde
458.Margarida Cavalheiro, Comissão Regional Justiça e Paz
459.Pe. Valdiran F. Santos
460.Isabel Mendes, educadora
461.Pe. Geraldo Magela dos Santos
462.Antonio Carlos dos Santos Filho, administrador de empresas, Quissamã, RJ
463.Marilce dos Santos Pinto, Quissamã
464.Ana Carolina Pinto e Santos, batista
465.Florentina Izabel Ferreira dos Santos
466.Antonio Carlos dos Santos, produtor rural
467.Maura dos Santos Pinto, assembleiana
468.Amaro Pinto, assembleiano
469.Lucilânia Balbino, assembleiana
470.Mauro dos Santos Pinto, metodista
471.Angélica Gomes, metodista, professora
472.Amauri dos Santos Pinto , assembleiano, Carapebus, RJ
473.Wesley Apicella Pinto, metodista
474.Delmar José Cavalcanti, São João de Meriti
475.Maria Helena Machado Magalhães
476.Neura Mesomo
477.Alzira Abrantes Madeira
478.Helena da Conceição Florêncio
479.Maria da Conceição Florêncio
480.Jairo Macedo
481.Arnaldo Florêncio
482.Agnaldo Florêncio
483.Raquel Aparecida da Silva
484.Lucy Aparecida da Silva
485.Rodrigo F. da Silva
486.Noêmia F. da Silva
487.Delmiro da Silva
488.João Florêncio
489.Maria de Fátima de Souza
490.Everton Florêncio
491.Emerson Florêncio
492.Edson Florêncio
493.Ivan Rodrigues Macedo
494.Ana Maria de Freitas, teóloga, CEBs do Ceará
495.Telmo Pithan
496.Carlos Frederico Ramos de Jesus, professor universitário
497.Evaldo Luis Pauly, teólogo, Igreja Luterana de Confissão Luterana no Brasil
498.Paula Grassi, Pastoral de Juventude
499.Marcos Souza Costa
500.Vânia Correia, jornalista, Pastoral da Juventude
501.Reginaldo de Toledo, presidente do Instituto de Cidadania Mogi Guaçu
502.Maria José Oliveira, arquiteta
503.Lourdes Belisário, advogada
504.Maria da Glória Salomão
505.Adriana Fátima Rodeguero dal Piaz, Marau, RS
506.Frei Miguel de Biasi
507.Antonio Darinho do Nascimento, presidente da COOPERBIO, Ceará
508.Paulo Sergio O. Silva, Fetraece, Sobral
509.Andréia Luciana de Oliveira Duary, designer
510.Beatriz Lamounier Sena, Vespasiano
511.Fabio Marcio Bittencourt, professor
512.Pastor Oneide Bobsin
513.Cesar Pereira Martins, comunidade renovo - Goiânia
514.Marcela de Andrade, Promotora Legal Popular
515.Gilberto Alvarez Giusepone Júnior (Prof. Giba), educador
516.Dulcelina Frasseto, Comunidades Eclesiais de Base, Joinville
517.Ruth Alexandre de Paulo Mantoan
518.José Luiz de Lima
519.Dadid J. Santos, vocacionado jesuíta
520.Alexandre Rodrigues Costa, Brasília
521.Francisco Bezerra
522.Maria Terezinha Farias de Matos
523.Lúcio Tárcio Coêlho, Limoeiro do Norte
524.Leandro Arndt
525.PR. Sergio Paulo Martins da Silva
526.Marinilzes Moradillo Mello, professora
527.Mariza Silveira Alberton, pastoral do menor/ Regional Sul 3
528.Paulo Robério P. Oliveira, batista, Vitória
529.Rev. Gustavo Gilson Sousa de Oliveira, Igreja Anglicana., professor UFRPE
530.Mara Campos, jornalista
531.Carmil Vieira dos Santos, advogado, Maceió
532.Maria Silva Vieira dos Santos , professora
533.Iraci S. Vieira dos Santos, Maceió
534.Valmor Schiolet, professor, FURB, Blumenau
535.Paula Tejando, ministra pela Igreja do Amor Humano
536.Oscar A’lho, ministro pela Igreja do Amor Humano
537.Frei José Fernandes Alves OP, Justiça e Paz
538.Luís Fernando carvalho de Souza, metodista
539.Elena Alves Silva, pastora metodista
540.Simone Nunes Camiña, metodista
541.Antonio Caminha Bugalho, metodista
542.Paulo Flores, CEB Cristo Rei, Ipiranga, São Paulo
543.Laine Chapada de Amorim, CEB Cristo Rei, Ipiranga, São Paulo
544.Ermanno Allegri, Diretor Executivo do ADITAL
545.Luiz Antonio Mousinho, Universidade Federal da Paraíba
546.Sandra Cristina Pessoa Pessoa
547.Isabelle Cavalcanti, Recife
548.Frei João Xerri OP, Grupo Solidário São Domingos
549.José Oscar Salgado, advogado, Viçosa
550.Armando Ferrari
551.Alcilis H. Rusi Ferrari
552.Laércio Torres de Góis, presbitero congregacional, professor, jornalista
553.Daniel Santos Souza, Batista, rede ecumênica da juventude, São Bernardo do Campo
554.Ransés Xavier, professor, Olinda
555.Edelita Coelho de Araújo, espírita kardecista
556.Maria Emília Smiljanic Carrijo
557.Verônica Soares Fernandes, assistente social
558.Isabele Cavalcanti, Recife
559.Eurico Martins de Freitas
560.Guiany Campos Coutinho, pastoral carcerária, Paraíba
561.Aline R. L. M. Barros, estudante, UFRP
562.Gabriel Gomes Menezes, São João de Meriti
563.Silvio de Oliveira Meneze4s, São João de Meriti
564.Selene Cordeiro Gomes Menezes, São João de Meriti
565.Camila Gomes Menezes, São João de Meriti
566.Célia Maria de Arnaldo Silva, professora, Vila Madalena
567.Gianfranco Graziola
568.Vanessa Dalalibera Silveira Arndt
569.Hélio Estanislau Gasda, FAJE
570.Mara Campos
571.Lothar Carlos Hoch, Faculdades Est, São Leopoldo
572.Frei Orestes Serra, Gravataí
573.Eduardo de Oliveira Ribeiro
574.Jucilene Pereira Barros, psicóloga
575.Hermann Iark Oberdiek
576.Julio Cesar Rabello
577.Edson Santos Souza, administrador
578.Maria Alves Nunes Souza, professora
579.Lara Nunes Souza, estudante
580.Felipe Gustaco Koch Butelli, teólogo, África do Sul
581.Mari-Solange, Ji-Paraná
582.Thales Henrique Nunes Pimenta, estudante
583.Luís Gomes Moura, professor, teólogo, assessor de pastoral
584.Jorge Generoso do Nascimento, Secretário Municipal de Planejamento, Colatina, ES
585.Josivaldo Bezerra Delfino
586.Carlos Firmino
587.Janilson Loterio
588.Antonio Alves Mendonça Junior
589.Magda Gontijo
590.Luciana Fortunato de Oliveira
591.Ataisa Fortunato
592.Luciana Henrique Mariano da Silva
593.Rógenes Tiné, professor, Recife
594.Lauri Emílio Wirth, teólogo, professor
595.Maria Aparecida Craveiro Costa, psicóloga, professora
596.Eduardo Gisão Santiago, professor, UFC
597.Juliano Erichson Martins Neto, economista
598.Flavio José dos Passos
599.Jacqueline B. Carvalho, telecomunicações
600.Armando José dos Santos
601.Márcio Coimbra Massei, advogado, administrador de empresas
602.Rosa Maria Vonelli Coimbra Massei, pedagoga
603.Helena Barros Heluy, deputada estadual. Comissão Justiça e Paz, São Luís, MA.
604.Aparecida Amin Castro, Comissão Justiça e paz, São Luís, MA
605.Francisco Fabiano de Brito
606.Marcelo Moraes de Oliveira, Jaboatão
607.Danielle Costa Araújo Souza, Primeira Igreja Batista do Brasil
608.Isabel Cristina Gonçalves Bernardes, psicóloga
609.Luigi Faraci Mussulmano, professor de teologia islâmica
610.Marisa Formolo, deputada estadual, RS
611. Bento Itamar Borges, filósofo, professor
612.Vander Lucio do Carmo, advogado, Ribeirão das Neves
613.Adriano Torquato
614.Ana Cristina Nadruz
615.Fr. Luís Carlos Susin, Fórum Mundial de Teologia da Libertação
616.Ir. Claudemir Lemos de Almeida, juventude calabriniana
617.Roberto Barreto Kikuchi, espírita
618. J. Almeida
619.Lidia Tondello Finkler
620.Ireno Finkler
621.Danielle Marianne Cavalcanti, advogada
622.Saulo Alves de Oliveira, advogado, Natal
623.Albaneide Peixinho, espírita Kardecista
624.Edilene Rodrigues de Oliveira, Secretaria do Meio Ambiente, Recife.
625.Roberto Barreto Kikuchi – Evangelizador espírita do Centro Espírita Sebastião, ó Mártir – N. Bandeirante- DF
626.Josephina Baçarica – Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo
627. J. Ricardo A de Oliveira, Psicoterapeuta, RJ
628. Weligton Santana de Matos – Designer Gráfico – SP
629. Edilson Oliveira – CEBs – Diocese de Osasco/SP
630. Maria Aparecida Lopes – CEDHRO – Carapicuiba/SP
631.Elenise Scherer – professora da Universidade Federal do Amazonas
632.Iara Falcão de Almeida, educadora popular em Goiânia
633. Creusa Salete de Oliveira, psicóloga, Goiânia
634. Haidi Jarschel – pastora e teóloga da IECLB, professora, militante feminista, Santo André/SP
635. Joana Mendes, ISRJ – Religiosa e estudante de Serviço Social, PUC/GO
636. Claudio Humberto Vereza Lodi - membro da coordenação do Movimento Fé e Política nacional, jornalista, deputado estadual PT 6º mandato, assessor há mais de 30 anos das CEBs e Pastorais Sociais no Espírito Santo
637. Dulcineia de Oliveira – Movimento Sem Casa, Governador Valadares / MG
638. Geilson Batista Santana – sociólogo, Governador Valadares / MG
639. Edina Maria da Silva – socióloga, Governador Valadares / MG
640. Antonio Folquito Verona – Pastoral Evangélica da Terra e dos Trabalhadores Urbanos. Lins/SP
641. Pastora Yone da Silva – metodista, Americana/Piracicaba/SP
642. Roberta M. C. Souza - Psicanalista e teóloga - HEC Paraná
643. Prof. Dr. José Neivaldo de Souza – Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma – FEPAR / Curitiba
644.Wilson Aparecido Lopes – MST/ CPT
645.Eduardo Soares – Secretário da Pastoral da Juventude / Arquidiocese de Belém/PA, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids
646.Antonio Carlos Soares dos Santos – Pastor Metodista
647.Railton Nascimento Souza, professor de Filosofia, Goiânia, diretor de formação do Sinpro-GO e da CTB-GO
648. José P. Peixoto Filho
649. Zahidé L. Muzart – professora UFSC
650. Roberto Costa Fachin - Porto Alegre / RS
651. Kameyama – Pedagoga, São Paulo/SP
652. Maria Filomena Freitas Silva – professora, atuante no movimento católico Equipes Docentes do Brasil
653. Vera Lucia Alves Silva, professora
654. Andréa Maria Altino de Campos Loparic – professora do Depto de Filosofia da USP
655. Maria Luiza de Carvalho Armando, professora universitária federal aposentada, Porto Alegre/RS
656. Suzana Albornoz
657. Adahyr Cruz, Pastor Metodista
658. Nélio Amorim, professor e pastor
659. Evandro César Cantária, educador e metodista
660. Juliana dos Santos Cantária, metodista
661.João Batista Ribeiro Santos, clérigo e professor / SP/SP
662. Revda. Dilene Fernandes de Almeida / Igreja Metodista em Guaianases – SP
663.Luiz Carlos de Albuquerque, Evangelista Metodista no Nordeste
664.Prof. Dr. Luiz Augusto Passos, professor da Universidade Federal de Mato Grosso, Coordenador do Grupo Movimentos Sociais e Educação (GPMSE) do Programa de Pós Graduação da UFMT, registrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq
665.Luiz Albérico Araújo Montenegro (mestre em Saúde Pública) Rio de Janeiro
666.Silvana Suaiden, teóloga católica - profa. PUC-Campinas - São Paulo
667.Claudia F. Paixão – Pré-orientanda no Mestrado em Ciências da Religião UMESP; membro da Comunidade Cristã Reformada de São Paulo, coordenada pelo Pr. Ariovaldo Ramos; administradora do site: pastorasbatistas.com
668.Agnaldo da Silva Vieira - Pedagogo e Pastor-Auxiliar da Igreja Batista da Esperança - Centro do Rio de Janeiro
669.Pastor Marcos Dornel - Pastor da Igreja Batista Nova Curuçá – São Paulo
670.Fabiane Lucena Cavalcante – Secretária Executiva dos Órgãos Colegiados da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ
671.Sandra Duarte de Souza – Coordenadora do Grupo de Estudos de Gênero e Religião Mandrágora/Netmal
672.Sergio S. Derzórzi, advogado São Paulo SP
673.Ir. Claudemir Lemos de Almeida – Assessor do Setor Calabriano da Juventude
674.Roberto Barreto Kikuchi – Evangelizador espírita do Centro Espírita Sebastião, ó Mártir – N. Bandeirante-DF
Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:
1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.
A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).
2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:
3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.
4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).
5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.
6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras
Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.
7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino.
Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões.
Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.
Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:
1. Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT nacional.
1.Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Feliz do Araguaia-MT.
2.Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional.
3.Dom Luiz Eccel – Bispo de Caçador-SC
4.Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia.
5.Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão.
6.Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Viana- Maranhão.
7.Dom Orvandil Moreira Barbosa, Bispo Diocesano, Igreja Anglicana Tradicional
8.Pastor Alcenir Pantaleão, Igreja Evangélica Peniel, Itapoá, presidente do Conselho de Ministros Independentes do Brasil
9.Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Feliz do Araguaia /MT
10.Jether Ramalho, líder ecumênico, Rio de Janeiro.
11.Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo
12.Professor Candido Mendes, cientista político e reitor
13.Leonardo Boff, teólogo
14.Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor
15.Zé Vicente, cantador popular. Ceará
16.Chico César. Cantador popular. Paraíba/São Paulo
17.Revdo Roberto Zwetch, Igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo.
18.Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ
19.Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Juazeiro – Bahia
20.Maria Victoria Benevides, professora, da USP
21.Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo
22.Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre.
23.Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.
24.Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação
25. Frei Betto, escritor, dominicano.
26. Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT (Ecumenical Association of Third World Theologians)
27. Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional
28. Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos religiosos do Brasil) SP
29. Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz
30. Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins.
31. Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos
32. Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó / SC
33. Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC.
34. Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho
35. Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora.
36. Pe. John Caruana, Rondônia.
37. Pe. Julio Gotardo, São Paulo.
38.Toninho Kalunga, São Paulo.
39. Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela Justiça)
40. Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia
41. Silvania Costa
42. Mercedez Lopes.
43. André Marmilicz
44. Raimundo Cesar Barreto Jr, Pastor Batista, Doutor em ética social
45. Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS.
46. Darciolei Volpato, RS
47. Frei Ildo Perondi – Londrina PR
48. Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame.
49. Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC.
50. Pe. Luis Sartorel,
51. Itacir Gasparin
52.Célio Piovesan, Canoas/RS.
53.Toninho Evangelista – Hortolândia/SP
54. Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília. C
55. Caio César Sousa Marçal – Missionário da Igreja de Cristo – Frecheirinha/CE
56. Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina
57. Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó.
58. Odja Barros Santos – Pastora batista
59. Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário.
60. Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife
61. Rosa Maria Gomes
62. Roberto Cartaxo Machado Rios
63. Rute Maria Monteiro Machado Rios
64. Antonio Souto, Caucaia, CE
65. Olidio Mangolim – PR
66. Joselita Alves Sampaio – PR
67. Kleber Jorge e Silva, teologia – Passo Fundo – RS
68. Terezinha Albuquerque
69. PR. Marco Aurélio Alves Vicente – EPJ – Evangélicos pela Justiça, pastor-auxiliar da Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO
70. Padre Benedito Ferraro, Campinas.
71. Ir, Carmem Vedovatto
72. Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus.
73. Padre Manoel, PR
74. Magali Nascimento Cunha, metodista
75. Stela Maris da Silva
76. Ir. Neusa Luiz, Abelardo Luz- SC
77. Lucia Ribeiro, socióloga
78. Marcelo Timotheo da Costa, historiador
79. Maria Helena Silva Timotheo da Costa
80. Ianete Sampaio
81. Ney Paiva Chaves, professora educação visual, Rio de Janeiro
82. Antonio Carlos Fester
83. Ana Lucia Alves, Brasília
84.Ivo Forotti, Cebs – Canoas – RS
85.Agnaldo da Silva Vieira – Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança – Rio de Janeiro
86.Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro
87.Marlene Ossami de Moura, antropóloga / Goiânia.
88.Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife
89.Pedro Henriques de Moraes Melo – UFC/ACEG
90.Fernanda Seibel, Caxias do Sul.
91.Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru – Fortaleza
92.Pe. Lino Allegri – Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE.
93.Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN
94.Pasqualino Toscan – Guaraciaba SC
95.Francisco das Chagas de Morais, Natal – RN.
96.Elida Araújo
97.Maria do Socorro Furtado Veloso – Natal, RN
98.Maria Letícia Ligneul Cotrim, educadora
99.Maria das Graças Pinto Coelho/ professora universitária/UFRN
100.Ismael de Souza Maciel membro do CEBI – Centro de Estudos Bíblicos Recife
101.Xavier Uytdenbroek, prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP
102.Maria Mércia do Egito Souza, agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife
103.Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves, Advogado e Analista do INSS
104.Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito
105.Targelia de Souza Albuquerque
106.Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE
107.Débora Costa-Maciel, Profª. UPE
108.Maria Theresia Seewer
109.Ida Vicenzia Dias Maciel
110.Marcelo Tibaes
111.Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO- Goiânia – Goiás
112.Claudio de Oliveira Ribeiro. Pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP.
113.Pe. Paulo Sérgio Vaillant – Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES
114.Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ – Secretario do CEBI RJ
115.Sílvia Pompéia.
116.Pe. Maro Passerini – coordenador Past. Carcerária – CE
117.Dora Seibel – Pedagoga, Caxias do Sul.
118.Mosara Barbosa de Melo
119.Maria de Fátima Pimentel Lins
120.Prof. Renato Thiel, UCB-DF
121.Alexandre Brasil Fonseca , Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador da Rede FALE)
122.Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana, conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)
123.Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora
124.Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva, Secretário Geral da IEAB e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil
125.Irene Maria G.F. da Silva Telles
126.Manfredo Araújo de Oliveira
127.Agnaldo da Silva Vieira – Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da Esperança-Centro do Rio de Janeiro
128.Pr. Marcos Dornel – Pastor Evangélico – Igreja Batista Nova Curuçá – SP
129.Adriano Carvalho.
130.Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/PR.
131.Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano
132.Maria Gabriela Curubeto Godoy – médica psiquiatra – RS
133.Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia
134.M. Candida R. Diaz Bordenave
135.Paulo Teixeira, parlamentar, São Paulo.
136.Alessandro Molon, parlamentar, Rio de Janeiro.
137.Adjair Alves (Professor – UPE)
138. Luziano Pereira Mendes de Lima – UNEAL
139.Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP
140.Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA
141.Carlos Cardoso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etnologia da UFBA.
142.Isabel Tooda
143.Joanildo Burity (Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco,
144.Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Prof. de Teologia PUC- Rio
145.Aristóteles Rodrigues – Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião
146. Zwinglio Mota Dias – Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora
147.Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE
148.Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB
149.Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza
150.Anivaldo Padilha – Metodista, KOINONIA, líder ecumênico
151.Nercina Gonçalves
152.Hélio Rios, pastor presbiteriano
153.João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ
154.Lucilia Ramalho. Rio de Janeiro.
155.Maria Tereza Sartorio, educadora, ES
156.Maria José Sartorio, saúde, ES
157.Nilda Lucia Sartorio, secretaria de ação social, Espírito Santo
158.Ângela Maria Fernandes - Curitiba
159.Lúcia Adélia Fernandes
160.Jeanne Nascimento – Advogada em São Paulo/SP
161.Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP
162.Otávio Velho, antropólogo
163.Iraci Poleti, educadora
164.Antonio Canuto
165.Maria Luisa de Carvalho Armando
166.Susana Albornoz
167.Maria Helena Arrochellas
168.Francisco Guimarães
169.Eleny Guimarães
170. Pe. Ermanno Allegri – Fortaleza
171.Tiago Oliveira Nunes, técnico em educação
172.José Robson Silva Souza, jesuíta
173.Oscar Henrique Marques Cardoso, Aliança de Negras e Negros Evangélicos (ANNEB)
174.Pe. José Carlos Santos Silva
175.Gama Aires, Palmas, Tocantins
176.José Ricardo Ramalho
177.Neide Esterci
178.Rafael de Oliveira
179.Marília Schüller
180.Manuel Touguin
181.Francisco Lara, educador
182.Leonardo Antonio Penna Rozzetto
183.Dante Limongi, advogado
184.Maria Judith Ramalho
185.Angela Limongi
186.Ricardo Gouvea Correa
187.Cibele Azevedo Correa
188.Paulo Roberto Franchi Dutra, Jundiaí
189.Elisa Pinheiro de Freitas, doutoranda USP
190.Airton José da Silva, professor de Bíblia, Ribeirão Preto
191.Luiz Francisco Fernandes de Souza, Procurador Regional
192.Pe. Alberto Pereira de Carvalho
193.Cesar Nóbrega, advogado
194.Antonio Nóbrega, advogado
195.Maria Sonia Linares Gil, professora de História
196.Jair Coan Junior, engenheiro, Santa Catarina
197.Helio Mendes de Amorin, engenheiro, Movimento Familiar Cristão
198.Elder dos Santos Verçosa, advogado
199.Marcos Aurélio Ruy, jornalista
200.Antonio Aprisídio de Albertins, Paróquia Anglicana, João Pessoa
201.Israel Sena Lima de Souza, Procurador da Fazenda
202.José Antonio Veronese Mascia
203.Pe. Valdecir Luís Cordeiro, Faculdade Jesuíta, Belo Horizonte
204.Júlio Cesar, pastoral da juventude, Volta Redonda
205.Maria de Fátima Miranda, psicóloga
206.Geraldo Pascoal
207.Leonardo José Ferreira
208.Claudete de Fátima Ruas, professora, Londrina
209.Paulo Maurício Ruas, professor Londrina
210.Vitor Emanuel Dortas, arquiteto
211.Carlos Eduardo Escovar Paiva, funcionário público
212.Maria Maria, ecoturismo
213.Marcia M. M. Miranda, Centro Direitos Humanos, Petrópolis
214.Tereza Maria Pompéia Cavalcanti, teóloga
215.Paulo Henrique Mai
216.Paulo Melo Melo
217.Ângela Maria Fernandes, Curitiba
218.Lucia Adélia Fernandes
219.Jeanne Nascimento, advogado, São Paulo
220.Marcos José Fernandes Alexandre, historiador
221.Cesar de Paula, espírita, músico
222.Eliran Neto de Oliveira
223.José Anthunes de Vargas
224.Rosalvo Finco, filósofo e teólogo
234.Elizete Vasconcelos Arantes Filha
235. Elton Carlos Welter, deputado estadual, Paraná
236.Frei Oswaldo Maffei ofm
237. Carmen Craidy
238. Flavio Ribeiro de Souza, analista de sistemas
239. Rev. Gustavo Souza de Oliveira, UFRPE
240. Maria Linduina Coelho Ribeiro, Fortaleza
241.Maria Cecília P. Binder, Faculdade Medicina Botucatu
242. Roberto Marinho Alves da Silva, professor, UFRN
243. Ivan B. Bulhões
244. Frei Roberto Luiz dos Santos ofm, Marília
245. Mauricio Ferracciú Pagotto
246. William E. N. Pereira, economista
247. Claudio Vereza, deputado estadual, Espírito Santo
248. Sergio Antonio Bortoleni, Porto Alegre
249. Elio B. S.
250. Wilkens Lenon Silva de Andrade, informática
251. Maximus Santiago, médico, Niterói
252. Cristina Taveira, Niterói
253. Gilberto Simplício, Presidente Caritas Diocesana, Valença
254. Emilio Font
255.Terezinha Vieira da Silva Luksievicz, Pastoral da Criança, Pitanga, Paraná
256. Miguel Baia Vargas
257. Gilson Souza, Igreja Batista, Planalto, Bahia
258. PR. Marcos Dornel, Pastor, Igreja Batista Nova Curuça, SP
259. Agnaldo da Silva Vieira, Pastor Auxiliar, Igreja Batista da Esperança, RJ
260. Marlene Andrade Martins, Brasília e USA
261. Jayr Soares da Silva, psicólogo, Rio Claro
262. Lucas Monteiro, São Luís, Maranhão
263. Ermelindo Tadeu Giglio, antropólogo
264. Padre Xavier Paolillo, missionário comboniano
265. Rodolpho Dalla
266. Waldemar Boff, educador popular
267. Padre Baltazar Sallum Passos, Uberlândia
268. Uilian Dalpiaz, Pastoral da Juventude, Criciúma, SC
269. Cícero Aparecido Dória, ministro da eucaristia
270. José de Freitas Lima Junior, batista, economista
271. Roberto Rossi, Centro Jesuíta de Dudadania e Ação Social, Mato Grosso
272. Rafael Farias Vasconcelos, Olinda e Recife
273. Gláucio Luiz Mota, educador, Criciúma, SC
274. Maria de Lourdes Oliveira
275. Antonio Vieira
276. Antonia Chagas
277. Mag Maciel
278. Raymundo Mendes Soares Júnior, Ceará
279. Rose Marie Muraro, escritora
280. Giseldo Carlos
281. Luciana Salgado
282. Carmen Lucia de Medeiros
283. Lucas Henrique da Luz, professor universitário
284. Ana Emília Noronha
285. Rubens Leite Filho, 1ª Igreja presbiteriana Independente de Tatuapé
286. Madson Rodrigues da Veiga, regional Fé e Política, Goiânia
287. Vagner Siqueira, assessor da Pastoral de Juventude, Volta Redonda
288. Carlos Romero
289. Lia Carla Caldas, advogada
290.Cristina Schein, advogada
291. Carmen Helena F. Leite, ONG Agir, Guapimirim
292. Elói Gallon, Pastoral do Menor, RS
293. Maria Suzana F. A. Macedo, UFJF
294. Sergio Henriques Saraiva, professor UFES, Espírito Santo
295. Lucia Maria dos Santos Pinto Henriques Saraiva
296. Renata Ferraz, Brasília
297. Robson Leite
298. Helenita Saud
299. Miguel Savietto, Fraternidade Secular Charles de Foucault, SP.
300. Élio Estanislau Gasda, sj. professor na FAJE.
301. Renato Camillo Pella
302. Sandro Pelegrineti de Pontes
303. Joe Marçal G. Santos, teólogo
304. João Seibel, advogado, CEPDH, Caxias do Sul, RS
305. Pedro Justino Barbosa RCC
306. José Valmeci de Souza
307. Rachel Amélia Baptista Cavalcante
308. Vinicius Leonardo, RJ
309. Brígido Ibanhes, escritor
310. Manuel Fonseca Junior
311. Maria Helena Canabrava Sales Pinheiro
312.Nelson Marisco
313.Rodolfo José Fenille Ferraz, rádio Aparecida
314.Solange Magalhães
315.Maria da Fé da Silva Viana, Fórum Permanente de Mulheres Negras
316.Ana Cristina Gomes, Fórum Permanente de Mulheres Negras
317.Fátima Damiana, Fórum Permanente de Mulheres Negras
318.Ir. Glorias Antonia M. Ticona IDP, educadora popular
319. Antonia Regina Cruz Melo, professora universitária, Salvador
320.Antonio Tomazoni, coordenador das pastorais de juventude
321. Paulo Tomás Fiori, engenheiro, Porto Alegre
322. Francisco de Assis Nascimento de castro, médico sanitarista
323. Maria Fernanda Santos Quintela da Costa Nunes - Decania/UFRJ.
324. Carlos Augusto Pereira da Silva, radialista, Goiana, Pe.
325. Claudicélio Rodrigues da Silva, professor
326. Felipe Campos, economista, Ceará
327. Márcia Raquel Martiny, professora
328. Eliceu Vicente de Lima, administrador de empresas, Guarulhos
329. Betinho Duarte, Igreja Batista de Barro Preto, BH
330. Frei Orestes Serra, Gravataí-RS
331. Paulo Agostinho Nogueira Baptista, ciências da religião, BH
332. Marcos Luiz da Silva, professor universitário
333. Joaquim Ventura Lopes, Centro de Direitos Humanos, Cuiabá
334. Pe. Roque Grazziotim, Caxias do Sul
335. Pe. João Inácio Wenzel
336. Emilia Farache, espírita, Natal
337. Allyson Soares, espírita, professor IFRN, Natal
338. Pe. Moisés Nonato Quintela Ponte sj, FAJE
339. Frei Rodrigo de Castro Amédée Peret ofm, Uberlândia
340. PR. Antonio Neto, Igreja Presbiteriana da Aliança, Salvador
341.Ana Maria de Andrade Torres
342. Edio Soares, Universidade de Genebra
343.Gil Maria Miranda. Pesquisador, Curitiba
344. Vanúcia Nunes Valente Calixto
345. José Irineu de Oliveira
346.Arlete Augusta Thomaz de Oliveira
347. Pe. Geraldo Magela dos Santos, São José dos Campos
348. Gilmar Marchesini, coordenador de pastoral, Caxias
349. Alessandro Damasceno Gomes
350.Waldir d’Angelis, Curitiba
351. Célia Maria Souza Fonseca, professora
352. Rita Bersch, católica, Porto Alegre
353. Pe. Sidnei Vitali, Crisciúma
354. Luciana Parisi, médica
355. Pe. Mauro Nagrete, católico ortodoxo
356. Pe. João Antonio da Silva Junior, Uberlândia
357. Paulo Fróes, Portuário ES
358. Alzany Martins da Silva, Movimento de Cursilhos, Itabuna
359. Gustavo Tadeu Vieira Lopes,
360. Guilhermo Cardona Grisalhes, Observatório Pan-amazônico
361. Cesar Sanson, sociólogo, CEPAT
362. Marco Aurélio Ruy, jornalista, São Bernardo do Campo
363. Agostinho Hermes de Medeiros Neto, médico, professor PB
364. Antonio Carlos Alves Lobo
365. Frei Max Sergio Pinto Manhães, francisano, Uberlândia
366. Fernando Cesar Olivari do Carmo, dentista
367. Clovis Horst Lindner, Pastor da IECLB
368. Norberto Luis de Sousa, Centro de Estudos Bíblicos (CEBI)
369. Heron Pires Pereira
370.Alexandre Piero, pastoral de juventude
371.Gagarin da Sikva Lima, professor de história, Ceará
372. Ariel de Castro Alves, advogado, fundador da Ação dos Cristãos para a abolição da tortura
373. Verinha Martins
374. Elisa Maria Ferreira, Comunidades Eclesiais de Base, Barra Mansa
375. José Maurício de Almeida, parlamentar, Barra Mansa
376. Márcia Maria Silva, assessora parlamentar, Barra Mansa
377. Eliezer Martins, Igreja Metodista Central, Barra Mansa
378. José Hélder M. de Souza, assessor parlamentar, Barra Mansa
379. Maria Cristina de Paula Machado, educadora
380. Fabio Henrique de Abreu , IECLB
381.Rogerio Inácio de Almeida Cunha, teólogo
382.Zenóbia Rodrigues Cunha, professora
383.Leonardo Chaves, Primeira Igreja batista de Cuiabá
384.Eduardo Girão Santiago, professor UFC
385.Maria Otélia Pires Tomiello
386.Marcio Alexandre M. Gualberto, Centro Cultural Afro-Rio
387.Pe. José Paulino Francisco Neto, Araçuaí, MG
388.Lincoln de Araujo Santos, metodista, professor
389.Maria José Alves Cabral
390.Marcos Aurélio Candido da Silva
391.Alexandre Silveira de Souza – Baba Alayè – Rede afro-brasileira Sócio Cultural
392.Alice Antunes Silveira de Souza, Florianópolis
393.José Eleudson Gurgel Queiroz, Iguatu, Ceará
394.José Ribamar Duavy
395.Pe. Juan A. Ruiz Gopegui sj, Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte
396.Pe. José Ionilton Lisboa de Oliveira SDV, Riachão de Jacuípe, Bahia
397.Daniel Dantas, Igreja Batista Viva, Natal
398.Kênia A. do Nascimento Gondin Dantas, Igreja Batista Viva, Natal
399.Dyeny N M Baldi, cristã, São Paulo
400.Eduardo Baldo, cristão, São Paulo
401.Maria de Lourdes Cerqueira Antunes, psicanalista
402.Célia Cisz, Escola de Comunicação, Joinville
403.Marcos Antonio Alves, consultor
404.Fernanda Cristina Segalin, coordenadora de pastoral da juventude, Chapecó, SC.
405.Pe. José Comblin, escritor e teólogo
406.Terezinha Maria Gogo Lodi, coordenação nacional Movimento Fé e Política
407.Mario Rui Moura de Souza, empresário, Barra da Tijuca, RJ
408.Denise Ferreira Cesário, Jaboatão dos Guararapes, Pe.
409.Maria Amélia Schmidt Dickie, Florianópolis
410.Gabriel Chalita, escritor, parlamentar, São Paulo
411. Edinho Dias
412.Felipe da Silva Freitas, Conselho Estadual da Pastoral da Juventude
413.Ângela Maria Eugênio Lopes
414.Ari Pedro Oro, antropólogo UFRGS
415.Raquel de Aragão Uchoa Fernandes, UFRP, Recife
416.Lindomar A. Dantas, Comissão Justiça Paz e Integridade da Criação (OMI Brasil)
417.Antonio Carlos Ribeiro, pastor da IECLB
418.Alexandre Piero, Conselho Municipal da Juventude de São Paulo, Pastoral da Juventude
419.Eder Francisco da Silva, Pastoral da Juventude
420. Michelle Hallak, doutoranda, Universidade de Paris
421.Celia Cisz, Pastoral da Comunicação
422.Fernando Paiva, informática
423.Sonia Maria Gomes de Carvalho, assistente social
424.Ana Paula Ganzer SSpS
425.Lucia Magalhães Nogueira Fagiolo
426.Luciano Santos Neiva, Presbítero da Assembléia de Deus, Ministério Missão de Itabuna, Bahia
427.Hérvickton Israel de Oliveira
428.Claudete Alves, evangélica
429.PR. João Aparecido da Silva, Pastor Assembléia de Deus, Ministério Belém
430. Maria Ceres, católica
431. Imirim S P Kelly Cristina de Souza, evangélica
432. Cleonice Costa Ferreira, evangélica, sindicalista
433.Robson Franco Camargo, Pastor Igreja do Evangelho Quadrangular, São Mateus, ES
434.Fernando Donizete José Silva
435.Márcia Maciel, Presbitera, Igreja Renascer em Cristo
436.Isabel Nascimento, Assembléia de Deus
437.Edna Aparecida dos Santos, Assembléia de Deus
438.Mariana S. Silva
439.Célia Ezequiel
440.Eduardo Ferreira Santana, grupo de Jovens
441.Prª Cristiane Ferreira, Pastora Assembléia de Deus, São Mateus
442.Maria Emília Guerra Ferreira, Cônegas de Santo Agostinho
443.Maurício Antunes Tavares, Recife
444.Francisco Magon
445.Márcia Cristina Groth, Farroupilha
446.Fernanda da Silva Santos, professora
447.Padre Chico, Paróquia de Santa Teresinha, Ribeirão Preto
448.Basileu Souza Pinheiro, Comunidade de Matão, São Paulo
449.Maria do Carmo Silveira, professora, Governador Valadares
450.Lourival Rodrigues da Silva, Casa da Juventude Pe. Bournier, Goiânia
451.Frei Petrônio de Miranda, Ordem do Carmo, São Paulo
452.Maria Auxiliadora Braga, Belo Horizonte
453.Sonia Maria Dodi, psicopedagogia
454.Ivo Sefton de Azevedo, Porto Alegre
455.Frei Livino Bordignon, Goiânia
456.Douglas Rezende, Evangélicos pela Justiça
457.Paula Mayté dos Santos Ataíde
458.Margarida Cavalheiro, Comissão Regional Justiça e Paz
459.Pe. Valdiran F. Santos
460.Isabel Mendes, educadora
461.Pe. Geraldo Magela dos Santos
462.Antonio Carlos dos Santos Filho, administrador de empresas, Quissamã, RJ
463.Marilce dos Santos Pinto, Quissamã
464.Ana Carolina Pinto e Santos, batista
465.Florentina Izabel Ferreira dos Santos
466.Antonio Carlos dos Santos, produtor rural
467.Maura dos Santos Pinto, assembleiana
468.Amaro Pinto, assembleiano
469.Lucilânia Balbino, assembleiana
470.Mauro dos Santos Pinto, metodista
471.Angélica Gomes, metodista, professora
472.Amauri dos Santos Pinto , assembleiano, Carapebus, RJ
473.Wesley Apicella Pinto, metodista
474.Delmar José Cavalcanti, São João de Meriti
475.Maria Helena Machado Magalhães
476.Neura Mesomo
477.Alzira Abrantes Madeira
478.Helena da Conceição Florêncio
479.Maria da Conceição Florêncio
480.Jairo Macedo
481.Arnaldo Florêncio
482.Agnaldo Florêncio
483.Raquel Aparecida da Silva
484.Lucy Aparecida da Silva
485.Rodrigo F. da Silva
486.Noêmia F. da Silva
487.Delmiro da Silva
488.João Florêncio
489.Maria de Fátima de Souza
490.Everton Florêncio
491.Emerson Florêncio
492.Edson Florêncio
493.Ivan Rodrigues Macedo
494.Ana Maria de Freitas, teóloga, CEBs do Ceará
495.Telmo Pithan
496.Carlos Frederico Ramos de Jesus, professor universitário
497.Evaldo Luis Pauly, teólogo, Igreja Luterana de Confissão Luterana no Brasil
498.Paula Grassi, Pastoral de Juventude
499.Marcos Souza Costa
500.Vânia Correia, jornalista, Pastoral da Juventude
501.Reginaldo de Toledo, presidente do Instituto de Cidadania Mogi Guaçu
502.Maria José Oliveira, arquiteta
503.Lourdes Belisário, advogada
504.Maria da Glória Salomão
505.Adriana Fátima Rodeguero dal Piaz, Marau, RS
506.Frei Miguel de Biasi
507.Antonio Darinho do Nascimento, presidente da COOPERBIO, Ceará
508.Paulo Sergio O. Silva, Fetraece, Sobral
509.Andréia Luciana de Oliveira Duary, designer
510.Beatriz Lamounier Sena, Vespasiano
511.Fabio Marcio Bittencourt, professor
512.Pastor Oneide Bobsin
513.Cesar Pereira Martins, comunidade renovo - Goiânia
514.Marcela de Andrade, Promotora Legal Popular
515.Gilberto Alvarez Giusepone Júnior (Prof. Giba), educador
516.Dulcelina Frasseto, Comunidades Eclesiais de Base, Joinville
517.Ruth Alexandre de Paulo Mantoan
518.José Luiz de Lima
519.Dadid J. Santos, vocacionado jesuíta
520.Alexandre Rodrigues Costa, Brasília
521.Francisco Bezerra
522.Maria Terezinha Farias de Matos
523.Lúcio Tárcio Coêlho, Limoeiro do Norte
524.Leandro Arndt
525.PR. Sergio Paulo Martins da Silva
526.Marinilzes Moradillo Mello, professora
527.Mariza Silveira Alberton, pastoral do menor/ Regional Sul 3
528.Paulo Robério P. Oliveira, batista, Vitória
529.Rev. Gustavo Gilson Sousa de Oliveira, Igreja Anglicana., professor UFRPE
530.Mara Campos, jornalista
531.Carmil Vieira dos Santos, advogado, Maceió
532.Maria Silva Vieira dos Santos , professora
533.Iraci S. Vieira dos Santos, Maceió
534.Valmor Schiolet, professor, FURB, Blumenau
535.Paula Tejando, ministra pela Igreja do Amor Humano
536.Oscar A’lho, ministro pela Igreja do Amor Humano
537.Frei José Fernandes Alves OP, Justiça e Paz
538.Luís Fernando carvalho de Souza, metodista
539.Elena Alves Silva, pastora metodista
540.Simone Nunes Camiña, metodista
541.Antonio Caminha Bugalho, metodista
542.Paulo Flores, CEB Cristo Rei, Ipiranga, São Paulo
543.Laine Chapada de Amorim, CEB Cristo Rei, Ipiranga, São Paulo
544.Ermanno Allegri, Diretor Executivo do ADITAL
545.Luiz Antonio Mousinho, Universidade Federal da Paraíba
546.Sandra Cristina Pessoa Pessoa
547.Isabelle Cavalcanti, Recife
548.Frei João Xerri OP, Grupo Solidário São Domingos
549.José Oscar Salgado, advogado, Viçosa
550.Armando Ferrari
551.Alcilis H. Rusi Ferrari
552.Laércio Torres de Góis, presbitero congregacional, professor, jornalista
553.Daniel Santos Souza, Batista, rede ecumênica da juventude, São Bernardo do Campo
554.Ransés Xavier, professor, Olinda
555.Edelita Coelho de Araújo, espírita kardecista
556.Maria Emília Smiljanic Carrijo
557.Verônica Soares Fernandes, assistente social
558.Isabele Cavalcanti, Recife
559.Eurico Martins de Freitas
560.Guiany Campos Coutinho, pastoral carcerária, Paraíba
561.Aline R. L. M. Barros, estudante, UFRP
562.Gabriel Gomes Menezes, São João de Meriti
563.Silvio de Oliveira Meneze4s, São João de Meriti
564.Selene Cordeiro Gomes Menezes, São João de Meriti
565.Camila Gomes Menezes, São João de Meriti
566.Célia Maria de Arnaldo Silva, professora, Vila Madalena
567.Gianfranco Graziola
568.Vanessa Dalalibera Silveira Arndt
569.Hélio Estanislau Gasda, FAJE
570.Mara Campos
571.Lothar Carlos Hoch, Faculdades Est, São Leopoldo
572.Frei Orestes Serra, Gravataí
573.Eduardo de Oliveira Ribeiro
574.Jucilene Pereira Barros, psicóloga
575.Hermann Iark Oberdiek
576.Julio Cesar Rabello
577.Edson Santos Souza, administrador
578.Maria Alves Nunes Souza, professora
579.Lara Nunes Souza, estudante
580.Felipe Gustaco Koch Butelli, teólogo, África do Sul
581.Mari-Solange, Ji-Paraná
582.Thales Henrique Nunes Pimenta, estudante
583.Luís Gomes Moura, professor, teólogo, assessor de pastoral
584.Jorge Generoso do Nascimento, Secretário Municipal de Planejamento, Colatina, ES
585.Josivaldo Bezerra Delfino
586.Carlos Firmino
587.Janilson Loterio
588.Antonio Alves Mendonça Junior
589.Magda Gontijo
590.Luciana Fortunato de Oliveira
591.Ataisa Fortunato
592.Luciana Henrique Mariano da Silva
593.Rógenes Tiné, professor, Recife
594.Lauri Emílio Wirth, teólogo, professor
595.Maria Aparecida Craveiro Costa, psicóloga, professora
596.Eduardo Gisão Santiago, professor, UFC
597.Juliano Erichson Martins Neto, economista
598.Flavio José dos Passos
599.Jacqueline B. Carvalho, telecomunicações
600.Armando José dos Santos
601.Márcio Coimbra Massei, advogado, administrador de empresas
602.Rosa Maria Vonelli Coimbra Massei, pedagoga
603.Helena Barros Heluy, deputada estadual. Comissão Justiça e Paz, São Luís, MA.
604.Aparecida Amin Castro, Comissão Justiça e paz, São Luís, MA
605.Francisco Fabiano de Brito
606.Marcelo Moraes de Oliveira, Jaboatão
607.Danielle Costa Araújo Souza, Primeira Igreja Batista do Brasil
608.Isabel Cristina Gonçalves Bernardes, psicóloga
609.Luigi Faraci Mussulmano, professor de teologia islâmica
610.Marisa Formolo, deputada estadual, RS
611. Bento Itamar Borges, filósofo, professor
612.Vander Lucio do Carmo, advogado, Ribeirão das Neves
613.Adriano Torquato
614.Ana Cristina Nadruz
615.Fr. Luís Carlos Susin, Fórum Mundial de Teologia da Libertação
616.Ir. Claudemir Lemos de Almeida, juventude calabriniana
617.Roberto Barreto Kikuchi, espírita
618. J. Almeida
619.Lidia Tondello Finkler
620.Ireno Finkler
621.Danielle Marianne Cavalcanti, advogada
622.Saulo Alves de Oliveira, advogado, Natal
623.Albaneide Peixinho, espírita Kardecista
624.Edilene Rodrigues de Oliveira, Secretaria do Meio Ambiente, Recife.
625.Roberto Barreto Kikuchi – Evangelizador espírita do Centro Espírita Sebastião, ó Mártir – N. Bandeirante- DF
626.Josephina Baçarica – Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo
627. J. Ricardo A de Oliveira, Psicoterapeuta, RJ
628. Weligton Santana de Matos – Designer Gráfico – SP
629. Edilson Oliveira – CEBs – Diocese de Osasco/SP
630. Maria Aparecida Lopes – CEDHRO – Carapicuiba/SP
631.Elenise Scherer – professora da Universidade Federal do Amazonas
632.Iara Falcão de Almeida, educadora popular em Goiânia
633. Creusa Salete de Oliveira, psicóloga, Goiânia
634. Haidi Jarschel – pastora e teóloga da IECLB, professora, militante feminista, Santo André/SP
635. Joana Mendes, ISRJ – Religiosa e estudante de Serviço Social, PUC/GO
636. Claudio Humberto Vereza Lodi - membro da coordenação do Movimento Fé e Política nacional, jornalista, deputado estadual PT 6º mandato, assessor há mais de 30 anos das CEBs e Pastorais Sociais no Espírito Santo
637. Dulcineia de Oliveira – Movimento Sem Casa, Governador Valadares / MG
638. Geilson Batista Santana – sociólogo, Governador Valadares / MG
639. Edina Maria da Silva – socióloga, Governador Valadares / MG
640. Antonio Folquito Verona – Pastoral Evangélica da Terra e dos Trabalhadores Urbanos. Lins/SP
641. Pastora Yone da Silva – metodista, Americana/Piracicaba/SP
642. Roberta M. C. Souza - Psicanalista e teóloga - HEC Paraná
643. Prof. Dr. José Neivaldo de Souza – Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma – FEPAR / Curitiba
644.Wilson Aparecido Lopes – MST/ CPT
645.Eduardo Soares – Secretário da Pastoral da Juventude / Arquidiocese de Belém/PA, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids
646.Antonio Carlos Soares dos Santos – Pastor Metodista
647.Railton Nascimento Souza, professor de Filosofia, Goiânia, diretor de formação do Sinpro-GO e da CTB-GO
648. José P. Peixoto Filho
649. Zahidé L. Muzart – professora UFSC
650. Roberto Costa Fachin - Porto Alegre / RS
651. Kameyama – Pedagoga, São Paulo/SP
652. Maria Filomena Freitas Silva – professora, atuante no movimento católico Equipes Docentes do Brasil
653. Vera Lucia Alves Silva, professora
654. Andréa Maria Altino de Campos Loparic – professora do Depto de Filosofia da USP
655. Maria Luiza de Carvalho Armando, professora universitária federal aposentada, Porto Alegre/RS
656. Suzana Albornoz
657. Adahyr Cruz, Pastor Metodista
658. Nélio Amorim, professor e pastor
659. Evandro César Cantária, educador e metodista
660. Juliana dos Santos Cantária, metodista
661.João Batista Ribeiro Santos, clérigo e professor / SP/SP
662. Revda. Dilene Fernandes de Almeida / Igreja Metodista em Guaianases – SP
663.Luiz Carlos de Albuquerque, Evangelista Metodista no Nordeste
664.Prof. Dr. Luiz Augusto Passos, professor da Universidade Federal de Mato Grosso, Coordenador do Grupo Movimentos Sociais e Educação (GPMSE) do Programa de Pós Graduação da UFMT, registrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq
665.Luiz Albérico Araújo Montenegro (mestre em Saúde Pública) Rio de Janeiro
666.Silvana Suaiden, teóloga católica - profa. PUC-Campinas - São Paulo
667.Claudia F. Paixão – Pré-orientanda no Mestrado em Ciências da Religião UMESP; membro da Comunidade Cristã Reformada de São Paulo, coordenada pelo Pr. Ariovaldo Ramos; administradora do site: pastorasbatistas.com
668.Agnaldo da Silva Vieira - Pedagogo e Pastor-Auxiliar da Igreja Batista da Esperança - Centro do Rio de Janeiro
669.Pastor Marcos Dornel - Pastor da Igreja Batista Nova Curuçá – São Paulo
670.Fabiane Lucena Cavalcante – Secretária Executiva dos Órgãos Colegiados da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ
671.Sandra Duarte de Souza – Coordenadora do Grupo de Estudos de Gênero e Religião Mandrágora/Netmal
672.Sergio S. Derzórzi, advogado São Paulo SP
673.Ir. Claudemir Lemos de Almeida – Assessor do Setor Calabriano da Juventude
674.Roberto Barreto Kikuchi – Evangelizador espírita do Centro Espírita Sebastião, ó Mártir – N. Bandeirante-DF
Aprovada isenção de ICMS para agricultores familiares
Medida vale para aqueles que negociam com a merenda escolar municipal. Por lei, municípios devem comprar 30% da merenda a agricultores familiares.
Ascom - Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Agrário de Alagoas
06/10/2010
Por Diego Barros
Os agricultores familiares que vendem ou pretendem vender sua produção para os municípios incluírem na merenda escolar ficarão isentos de pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e deve entrar em vigor em poucos dias, após tramitação na Secretaria da Fazenda de Alagoas (Sefaz).
A aprovação da medida é resultado da apresentação de um convênio feito pela Sefaz, e ainda deve beneficiar também os estados do Acre, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Tocantins. “Essa já era uma solicitação antiga dos agricultores familiares”, frisou o superintendente de Fortalecimento da Agricultura Familiar da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), Janair Veloso.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30) pela secretária adjunta da Fazenda, Adaída Barros, durante uma reunião com o superintendente Janair Veloso e o articulador estadual da Rede de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar, Antônio Neto.
De acordo com o convênio, publicado no Diário Oficial da União, no dia 28 de setembro de 2010, os estados incluídos estão autorizados a “isentar o ICMS devido na operação relativa à saída de gênero alimentício produzido por agricultores familiares que se enquadrem no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e que se destinem ao atendimento da alimentação escolar nas escolas de educação básica pertencentes à rede pública estadual e municipal de ensino do Estado, decorrente do Programa de Aquisição de Alimentos – Atendimento da Alimentação Escolar, no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)”.
O convênio estabelece ainda que a isenção se aplica aos agricultores familiares, associações ou cooperativas que tenham a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e se estende até o limite de R$ 9 mil por ano por cada agricultor.
Outras demandas – Segundo o articulador estadual da Rede de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar, Antônio Neto, os agricultores familiares também querem a descentralização da emissão das notas fiscais pela Sefaz e a isenção no valor dessas notas. “Cada nota onera o agricultor em mais de R$ 16. A cada vez que ele vende pra merenda, deve pagar uma nota”, explicou Antônio Neto.
Segundo a secretária adjunta da Fazenda, a emissão das notas, que era feita apenas nos regionais da Sefaz, agora também é feita nos postos fiscais, mas a intenção é que seja ampliada ou para as prefeituras ou para os escritórios regionais da Seagri.
Em relação à isenção no valor da nota, Adaída Barros explicou que o governo do Estado vai elaborar uma mensagem para encaminhar à Assembleia Legislativa Estadual (ALE) solicitando a aprovação dessa isenção para os agricultores familiares que vendem para a merenda escolar.
Segundo uma lei federal, aprovada em 2009 e em vigor desde janeiro de 2010, todos os municípios devem adquirir pelo menos 30% do valor da merenda escolar da produção da agricultura familiar local. Quando os 102 municípios alagoanos estiverem realizando essa compra, a estimativa é que cerca de 4 mil agricultores familiares sejam beneficiados com a isenção do ICMS.
Também participaram da reunião o superintendente da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística (Sedec), Adelmo Martins, o superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Elizeu Rêgo, a gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Izabel Vasconcelos, e a coordenadora do Fórum A Sefaz e a Sociedade, Maria Lopes Milhomes
Ascom - Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Agrário de Alagoas
06/10/2010
Por Diego Barros
Os agricultores familiares que vendem ou pretendem vender sua produção para os municípios incluírem na merenda escolar ficarão isentos de pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e deve entrar em vigor em poucos dias, após tramitação na Secretaria da Fazenda de Alagoas (Sefaz).
A aprovação da medida é resultado da apresentação de um convênio feito pela Sefaz, e ainda deve beneficiar também os estados do Acre, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Tocantins. “Essa já era uma solicitação antiga dos agricultores familiares”, frisou o superintendente de Fortalecimento da Agricultura Familiar da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), Janair Veloso.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30) pela secretária adjunta da Fazenda, Adaída Barros, durante uma reunião com o superintendente Janair Veloso e o articulador estadual da Rede de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar, Antônio Neto.
De acordo com o convênio, publicado no Diário Oficial da União, no dia 28 de setembro de 2010, os estados incluídos estão autorizados a “isentar o ICMS devido na operação relativa à saída de gênero alimentício produzido por agricultores familiares que se enquadrem no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e que se destinem ao atendimento da alimentação escolar nas escolas de educação básica pertencentes à rede pública estadual e municipal de ensino do Estado, decorrente do Programa de Aquisição de Alimentos – Atendimento da Alimentação Escolar, no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)”.
O convênio estabelece ainda que a isenção se aplica aos agricultores familiares, associações ou cooperativas que tenham a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e se estende até o limite de R$ 9 mil por ano por cada agricultor.
Outras demandas – Segundo o articulador estadual da Rede de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar, Antônio Neto, os agricultores familiares também querem a descentralização da emissão das notas fiscais pela Sefaz e a isenção no valor dessas notas. “Cada nota onera o agricultor em mais de R$ 16. A cada vez que ele vende pra merenda, deve pagar uma nota”, explicou Antônio Neto.
Segundo a secretária adjunta da Fazenda, a emissão das notas, que era feita apenas nos regionais da Sefaz, agora também é feita nos postos fiscais, mas a intenção é que seja ampliada ou para as prefeituras ou para os escritórios regionais da Seagri.
Em relação à isenção no valor da nota, Adaída Barros explicou que o governo do Estado vai elaborar uma mensagem para encaminhar à Assembleia Legislativa Estadual (ALE) solicitando a aprovação dessa isenção para os agricultores familiares que vendem para a merenda escolar.
Segundo uma lei federal, aprovada em 2009 e em vigor desde janeiro de 2010, todos os municípios devem adquirir pelo menos 30% do valor da merenda escolar da produção da agricultura familiar local. Quando os 102 municípios alagoanos estiverem realizando essa compra, a estimativa é que cerca de 4 mil agricultores familiares sejam beneficiados com a isenção do ICMS.
Também participaram da reunião o superintendente da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística (Sedec), Adelmo Martins, o superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Elizeu Rêgo, a gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Izabel Vasconcelos, e a coordenadora do Fórum A Sefaz e a Sociedade, Maria Lopes Milhomes
Mandantes do assassinato de padre Josimo serão julgados amanhã

O Júri se reunirá no auditório da faculdade de Educação Santa Terezinha (FEST), em Imperatriz (MA), a partir das 08h00 da manhã, dessa quarta-feira, 15 de setembro. Josimo foi assassinado em maio de 1986.
Será realizado neste dia 15 de setembro, em Imperatriz (MA), o júri popular que irá julgar Osvaldino Teodoro da Silva e Nazaré Teodoro da Silva, acusados de serem os mandantes do assassinato de padre Josimo, em maio de 1986. O Júri se reunirá no auditório da faculdade de Educação Santa Terezinha (FEST), em Imperatriz (MA), a partir das 08h00 da manhã.
SITUAÇÃO ATUAL DOS ENVOLVIDOS NO ASSASSINATO DO PADRE JOSIMO
1. o pistoleiro: Geraldo Gomes da Costa, condenado a 18 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal de Júri (19/4/88). Já fugiu 3 vezes da penitenciária (última vez em 1996). Mesmo assim, cumprindo sua pena em regime aberto, aproveitou para sumir e está foragido. Como cúmplice do crime, o motorista Vilson Nunes Cardoso também foi condenado.
2. os mandantes: no dia 13 de março de 1991, foram indiciados em conexão com o caso do Padre Josimo: Geraldo Vieira (Nó), Adailson Vieira, Osmar Teodoro da Silva (Nenem), Guiomar Teodoro da Silva (Temtem), Nazaré Teodoro da Silva (Deca) e Oswaldo Teodoro da Silva (Mundico). Em 1998 foram julgados e condenados: Adailson Vieira (19 anos de prisão), Geraldo Paulo Vieira (pai do Adailson; 19 anos; morreu de doença alguns meses depois) e Guiomar Teodoro da Silva (14 anos e 3 meses). O Osmar Teodoro da Silva continuou foragido até o final de 2001 quando foi localizado e preso, depois da divulgação de seu retrato no programa Linha Direta. Em 16/09/2003 foi julgado e condenado a 19 anos de reclusão.
Osvaldo e Nazaré Teodoro da Silva conseguiram interpor recursos para protelar seu julgamento até 2004, quando foram absolvidos. O recurso da acusação foi aceito pelo TJ do Maranhão, levando os mesmos a novo julgamento com data ainda não definida.
3. outros envolvidos: já tendo cumprido sua pena, o Guiomar Teodoro da Silva, resolveu, em 24/3/2000, revelar os nomes de outros envolvidos no complô, entre eles um ex-juiz de Araguaína (TO) e possivelmente um ex-prefeito desta cidade. Esta “revelação” foi o motivo da abertura de novo inquérito para o qual o delegado de Imperatriz (MA), responsável pelo inquérito, resolveu na época oferecer o caso à TV Globo para o programa Linha Direta. Há risco sério destes acusados se beneficiarem com a prescrição (20 anos).
Padre Josimo
Por suas idéias e ações, Padre Josimo Morais Tavares, o padre preto de sandálias surradas, como era conhecido, causou ódio aos fazendeiros da região, passando a receber diversas ameaças de morte. Coordenador da CPT na região do Bico do Papagaio, Josimo passou a denunciar os grileiros de terra, a opressão dos latifundiários contra os lavradores e a defender os direitos do povo, conscientizando-os sobre sua força.
Em abril de 1986, Josimo sofreu um atentado, mas as balas não o atingiram. Consciente do risco que corria por defender seus ideais, escreve um testamento onde reafirmou seus compromissos com o povo pobre. “A minha vida nada vale em vista da morte de tantos lavradores assassinados, violentados, despejados de suas terras, deixando mulheres e filhos abandonados, sem carinho, sem pão e sem lar", afirma.
Um mês depois desse ataque, foi assassinado com dois tiros pelas costas quando subia as escadarias do prédio onde funcionava o escritório da CPT em Imperatriz (MA).
Seu testamento dizia:
"Tenho que assumir.
Estou empenhado na luta pela causa dos lavradores indefesos,
povo oprimido nas garras do latifúndio.
Se eu me calar, quem os defenderá?
Quem lutará em seu favor?
Eu, pelo menos, nada tenho a perder.
Não tenho mulher, filhos, riqueza...
Só tenho pena de uma coisa: de minha mãe, que só tem a mim
e ninguém mais por ela.
Pobre.
Viúva.
Mas vocês ficam aí e cuidam dela.
Nem o medo me detém.
É hora de assumir.
Morro por uma causa justa.
Agora, quero que vocês entendam o seguinte:
tudo isso que está acontecendo é uma consequência lógica do meu trabalho na luta e defesa dos pobres, em prol do Evangelho, que me levou a assumir essa luta até as últimas consequências.
A minha vida nada vale em vista da morte de tantos lavradores assassinados, violentados, despejados de suas terras, deixando mulheres e filhos abandonados, sem carinho, sem pão e sem lar".
Festa da Colheita, Coppabacs, Delmiro, 2010

CONVITE
Companheiros e companheiras
A COPPABACS vem por meio Deste, convidar cada agricultor e cada agricultora sócia dos Bancos Comunitários de Sementes e cooperados e parceiros da coppabacs, a participar de mais uma FESTA DA COLHEITA. Estaremos comemorando a colheita da safra de 2010 e debatendo sobre os avanços e desafios enfrentados neste último ano.
A festa da colheita já é uma festa tradicional dos bancos de sementes, é nela que reencontramos os amigos e fazemos novos, trocamos sementes, informações entre outras coisas que partilhamos.
Sua Participação é de fundamental importância, não deixe de participar, tragam os jovens, as crianças, a esposa o esposo, afinal esta é uma festa da família coppabacs.
Lembrando que a festa é um momento de partilha, com inicio as 9hs da manha com a celebração as 12 a tradicional feijoada encerrado com um forro Pé de serra e a banda galopear.
venha nos prestigiar, Esperamos por você.
LOCAL: DELMIRO GOUVEIA – COPPABACS
DATA: 19/09/2010
HORÁRIO: 09: 00 AS 17: 00
Delmiro Gouveia, AL, 04 de agosto de 2010.
fonte:
Coordenador estadual da amigreal participar da abertura do seminário pro jovem no cepa em Maceio

SABERES DA TERRA
Começou nesta terça-feira, 17, no auditório da Escola Estadual José da Silva Titara, no Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (Cepa), no bairro do Farol, em Maceió, o 1º Seminário ProJovem Campo – Saberes da Terra. Esta é uma ação integrada entre Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec). Aqui no Estado o programa conta com o apoio da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE). A programação segue até o próximo dia 20 deste mês.

Professores estão recebendo qualificação para o trabalho de formação de jovens em Nível Fundamental com faixa etária entre 18 e 29 anos
Segundo o coordenador da Educação do Campo da SEE, professor José Raildo Vicente Ferreira, a realização desse seminário consolida o sonho dos movimentos sociais e dos integrantes da Educação do Campo em Alagoas. “Estamos lançando a semente no terreno. Acredito que este solo é fértil e dará bons frutos. Durante os próximos dois anos iremos fornecer uma formação continuada para estes professores”, garantiu.
Para Márcia Valéria Cardoso Nicácio, coordenadora estadual do Programa ProJovem Campo – Saberes da Terra, esta ação é destinada para os professores que ministrarão aulas nas 22 turmas desta modalidade de ensino. “Em média, cada turma terá 35 alunos. Vamos atender as regiões do Agreste [10 turmas], Médio Sertão e Alto Sertão [3 turmas cada], Litoral Norte [2 turmas] e Mata Alagoana [4 turmas]”, informou.
A coordenadora destacou também que a intenção é qualificar os professores para que eles possam atender aos alunos que serão atendidos pelo programa da melhor forma possível. “Estes educadores irão utilizar uma metodologia específica, ou seja, a metodologia da alternância. Os alunos ficarão um tempo na escola e outro na comunidade”, descreveu.
Programa – O Programa ProJovem Campo – Saberes da Terra é uma ação de escolarização de jovens agricultores familiares em Nível Fundamental, na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, integrando à qualificação social e profissional, e está centrado nos jovens camponeses de 18 a 29 anos.
EDUCADORES DA AMIGREAL DISCUTIR EDUCAÇAO DE BASE PARA AS FAMILIAS DA AMIGREAL
Nos dias 30, 31, de julho a de 01de Agosto 2010 município de Cacimbinhas, Aconteceu o I ENCONTRO DE EDUCAÇÃO ESTADUAL DE CONTEXTUALIZADA DA AMIGREAL com tema: Educação de base na construção do poder popular . O evento foi realizada no CEDDU- Faculdade particular de cacimbinha . A atividade foi promovida AMIGREAL e contou com a presença de 40 educadores populares (agricultores, lideranças, estudantes e professores da ufal) do sertão e agreste de Alagoas. Na abertura oficial do evento contou com a presença do Prof.Manoel bolhões e primeira dama do município de cacimbinhas,Ana Regina,saúdo os presente e deu as boas vinda a todos Educadores
A atividade de formação contou com Assessoria do Professor mestre Antonio César Holanda da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) campus sertão, que abordou sobre educação e luta de classes. O professor falou da categoria trabalho em uma analise marxista.
No domingo foi passado um vídeo sobre as experiências da Escola itinerante do Movimento dos trabalhadores rurais sem terra MST.
A AMIGREAL contou com a presença de Cristianalex da Rede de Educação Contextualizada do Agreste Semi-árido - RECASA, abordando das experiências da recasa e os princípios da educação do campo.
Após o analise da educação tradicional que temos? No final foi discutido sobre a escola/educação de base que queremos?
Sendo assim foi apresentada um proposta de educação diferenciada que e a escola de base uma iniciativa da amigreal que terá com objetivo oferecer educação contextualizada nas comunidades onde tem grupo de base para os filhos dos agricultores.A escola de base com metodologia diferenciada da escola tradicional,pois a escola que queremos tem que esta baseada no método das escola itinerantes do MST.E por isso foi construído o Projeto político pedagógico da escola de base, terminado assim este evento com a formação de um coletivo da Educação .também ficou como prioridade de pauta reivindicação da Amigreal a partir deste encontro, luta pela a implantação da Escola de Base.como processo de construção do pode popular para libertação dos povos oprimidos
EDUCAÇAO DO CAMPO,DEREITO NOSSO,DEVE DO ESTADO
AMIGREAL REALIZAR ESCOLA DE FORMAÇÃO DE LIDERANÇA PARA MILITANTES E COORDENADORES DA AMIGREAL
Nos dias 03 a 05 de setembro foi realizado o 1ºmódulo da Escola de liderança que ocorreu no Centro de Formação da AMIGREAL localizado no sitio nova América no município de Igaci-Al
A formação continuada tem como objetivo de fortalecer atuação dos militantes dos grupos de base da AMIGREAL e na preparação de novos militantes, e será em 3 módulos para os militantes, com tempo módulo x tempo comunidade , a fim de unir a teoria e a vivencia de todos os envolvidos(as) na formação, instrumentos que ajudará a compreender a forma de luta e organização da AMIGREAL no acúmulo de conhecimento
Os conteúdos trabalhados são de acordo com a orientação política da AMIGREA, este primeiro modulo contou com assessoria de Vera coordenadora estadual do Movimento Nacional dos Pequenos agricultores que tem base em Alagoas.
No dia 04 foi lançado para os militantes da AMIGREAL a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra Com o objetivo de conscientizar e mobilizar a sociedade brasileira sobre a necessidade e importância de se estabelecer um limite para a propriedade da terra, no ano 2000, o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo - FNRA lançou a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra: em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar.
Esta campanha foi criada para acabar com a histórica concentração fundiária existente no país. É preciso estabelecer um limite para a propriedade da terra se o Brasil quiser fazer valer um dos objetivos fundamentais da república que é o de "erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais." - artigo 3º, inciso III da Constituição.
Na primeira fase a formação aconteceu no centro de formação da amigreal as margem do Rio Coruripe,que a amigreal conquistou com muita luta e enfrentamento ao poder político local.os demais módulos acontecera nas comunidades onde amigreal tem grupo de base
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